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ESTUDANTES DA UFG

Criada em 23/12/11 00:04. Atualizada em 12/03/15 13:43.

Alexandre Mesak

Alexandre Mesak Ferreira, Ciências Biológicas Bacharelado,

Estados Unidos da América, Albany, Nova Yorque

Ciência sem Fronteiras- Bolsa CAPES

 A possibilidade de vivenciar outra cultura e de aprimorar o meu domínio da língua inglesa me motivou a estudar no exterior. Considerando minha experiência pessoal, gostei de ter feito amizade com pessoas de todo o mundo e de ter conhecido um pouco de suas culturas, pois a Universidade de Nova Yorque em Albany recebe muitos alunos internacionais. De ter conhecido vários lugares nos Estados Unidos e surpreendentemente, de ter conhecido pessoas de todas as regiões do Brasil. Também foi relevante ter morado sozinho, pois nunca havia tido essa oportunidade.Do ponto de vista acadêmico, gostei de ter feito o curso intensivo de inglês, que ajudou a melhorar muito o meu inglês. De ter cursado matérias sobre primatas e evolução humana, que são os assuntos que mais me interessam em Ciências biológicas, e que não existem na Universidade Federa de Goiás. Além disso, gostei de ter feito estágio estudando evolução humana. Para os estudantes que têm interesse de estudar no exterior eu diria a estes que não hesitassem que corressem atrás dessa oportunidade e tivessem o privilégio que tive de conhecer outro mundo e de expandir meus horizontes. Diria que essa experiência não tem preço!

 

 

 

Ana Carolina Albernaz

Ana Carolina Albernaz Rodrigues, Engenharia Civil,

Reino Unido-Swansea

Ciência sem Fronteiras- Bolsa CNPq

O que me motivou a estudar no exterior foram diversos fatores, mas, principalmente, o desejo de ampliar meu conhecimento acerca da engenharia. Com o estudo no exterior tive a oportunidade de ver o desenvolvimento da engenharia em outros países e complementar, assim, a minha formação acadêmica.A experiência e inexplicável. O amadurecimento profissional e pessoal são inacreditáveis! Volto para o Brasil encarando a engenharia civil com outra cabeça, com muito mais responsabilidade e interesse. Além do que criei um vínculo internacional,o que facilita ainda mais um futuro mestrado/doutorado no exterior.A outros estudantes que têm interesse de estudar no exterior digo que essa é  uma oportunidade imperdível. Não pensem duas vezes antes de procurar um estudo no exterior para complementar o do Brasil. Não será um ano perdido de nenhuma forma. Pelo contrário, tenho certeza que o intercâmbio fará total diferença na minha vida profissional!

 

 

 

Aquila Silva

Aquila Silva Levindo, Engenharia Ambiental e Sanitária

Estados Unidos da América, Tucson, Arizona

Ciência sem Fronteiras

A busca por novas tecnologias, novas culturas e novas experiências profissionais me motivaram a estudar no exterior. Dessa experiência o que mais me chamou atenção e que eu mais gostei foi a diversidade cultural presente em um país como os Estados Unidos. O contato com várias culturas falando uma só língua, a facilidade para ir e vir e as tecnologias implementadas pelas universidades norte-americanas foram sem dúvida o conjunto de melhor parte do intercâmbio. Para os estudantes que têm interesse na mobilidade acadêmica digo que se a oportunidade aparecer na sua vida, jamais deixe-a passar. É uma experiência incrível, única e que muda a sua vida, o seu modo de ver o mundo e suas ambições como pessoa e profissional.

 

 

Aryane Nakashima

Aryane Nakashima Silva, Engenharia Agroalimentar

França, Paris

Brafagri - Bolsa CAPES

A oportunidade de adquirir conhecimento e aplicá-lo no Brasil para contribuir com o desenvolvimento da indústria alimentícia, desenvolver o campo da pesquisa cientifica para que o nosso país possa ser ainda mais reconhecido no cenário internacional foram os fatores que me motivaram a estudar no exterior.O que mais gostei da mobilidade foi o modo como a instituição de ensino no exterior trabalha: ela engloba as áreas do conhecimento como ambiente, saúde e alimentos, para garantir um produto de qualidade que não represente riscos ao meio ambiente e a saúde do consumidor e das gerações futuras. O que eu tiro de mais relevante da mobilidade acadêmica é a importância do trabalho em equipe, a troca de experiências entre estudantes de diferentes países, o enriquecimento profissional e pessoal, pois é por meio da troca de ideias, da busca por respostas quando se lança uma questão em aberto que surgem descobertas revolucionárias. Essa é uma experiência única, uma grande oportunidade para a qual é preciso se preparar e aproveitar ao máximo, pois nenhuma experiência é inútil, tudo que se faz resulta em aprendizado, existe um mundo cheio de descobertas que vão muito além das paredes de uma sala de aula, é preciso ter coragem para se lançar ao desconhecido e explorar novos horizontes.

 

 

 

Átila Gonçalves Barcelos da Silva

Átila Gonçalves Barcelos da Silva, Facility Management

Sigmaringen - BW, ALEMANHA

Ciência sem Fronteiras-Bolsa CAPES

 

O que me motivou a estudar no exterior foi a experiência profissional. Através da mobilidade acadêmica explorei a minha individualidade, expandi noções culturais, conheci maneiras diferentes de se viver, aprendi novas habilidades, lidei com problemas inéditos (como a distância, a língua estrangeira, responsabilidades financeiras e da saúde), vislumbrei melhor o valor existente nos conceitos de família e amigos, conheci apropriadamente os meus próprios limites em situações diversas e obtive muitas ideias que podem estar participando do meu e do futuro dos que estão à minha volta. Para outros estudantes que têm interesse de estudar no exterior, digo que faça a mobilidade acadêmica  seja para melhorar o seu currículo ou meramente expandir seus horizontes. Um intercâmbio não só irá proporcionar uma viagem cheia de surpresas, como também uma experiência repleta de aprendizados que só têm a acrescentar para o seu futuro, de uma maneira ou de outra. Estudar no exterior é um desafio delicado por estar oferecendo uma grande oportunidade em troca de abandonar tudo o que lhe é familiar, entretanto o que são um, dois anos distantes de pessoas queridas que desejam compartilhar o restante de suas existências em comunhão? Esse é o tipo de decisão que não há como se arrepender após ser vivida.

 

 

 

Átila Gracco

Atila Gracco da Silva, Engenharia de Computação

Estados Unidos – Southfield

Ciência sem Fronteiras-Bolsa CAPES

 

O que me motivou a estudar no exterior primeiramente foi a vontade em melhorar minhas experiências profissionais no campo de engenharia e secundariamente o aperfeiçoamento de uma segunda língua.A experiência profissional advinda da participação de um estágio no período de verão, no qual tive a oportunidade de trabalhar com um grupo de engenheiros de diversas nacionalidades, que proporcionou uma experiência não somente profissional mas também cultural excepcional foi o que mais gostei da mobilidade acadêmica. Essa é uma experiência magnífica e inigualável, recomendo fortemente a todos que estejam cogitando a hipótese em estudar fora. 

 

 

Camila Alba

Camila Alba Oliveira, Agronomia

Franca, Lille

Bolsa CAPES

Um grande motivo para fazer a mobilidade acadêmica foi a oportunidade de conhecer uma nova cultura e uma forma de ensino diferente do que somos acostumados.O que mais gostei foi poder conhecer pessoas do mundo inteiro, conhecer hábitos diferentes, vivenciar o dia-a-dia dos estudantes, a facilidade em poder estar em outro país.Diria para os estudantes que têm interesse em estudar no exterior para aproveitarem a oportunidade, pois é uma grande experiência de vida.

 

 

 

Camila Cristina

Camila Cristina de Oliveira Alves, Biomedicina

Inglaterra, Cambridge

Ciência sem Fronteiras 

Minha motivação foi a de aprender e aprofundar meus conhecimentos acadêmicos e científicos, agregar valor e experiência ao meu currículo e aprimorar o meu inglês. Além da oportunidade de conhecer novos pesquisadores e fazer contatos para um futuro projeto.O que mais gostei foi conviver com pessoas de diferentes nacionalidades, conhecer pesquisadores e professores da universidade, e visitar lugares incríveis. A experiência de uma nova abordagem de estudo foi muito proveitosa, tive que escrever vários trabalhos e criar o hábito de estudar e aprender as coisas por conta própria. Minha experiência no estagio de verão no laboratório de microbiologia ampliou meus conhecimentos na área e tive a oportunidade de praticar vários procedimentos de pesquisa que não conhecia. Eu encorajo todos os estudantes a estudar no exterior, é uma experiência maravilhosa que agrega muito conhecimento, tanto para a vida profissional quanto pessoal. Aconselho estudar/praticar o inglês o quanto antes, já que todos nós vamos precisar um dia e independente do país que você deseja ir o inglês irá te auxiliar.

 

 

 

Carlos Murilo

Carlos Murilo da Silva Filho, Engenharia de Minas

Austrália

Ciência Sem Fronteiras 

Sempre tive vontade de estudar em uma faculdade internacional e de ponta. A vontade de tentar ser alguém com habilidades para ajudar as pessoas crescerem também me motivou a buscar conhecimento no exterior.Gostei da forma como as pessoas vivem, como elas conseguem fazer com que as coisas funcionem da melhor maneira possível. Gostei da forma como os professores ensinam os alunos a procurarem o conhecimento que não dá tempo de ser transferido em sala de aula. A forma como as pessoas respeitam umas as outras, dá uma sensação de liberdade, de que você pode ser você mesmo sem ninguém julgar ou tentar fazer com que você seja um excluído. Gostaria de dizer aos estudantes que tem vontade de ir estudar no exterior e tem a chance, que não a deixem passar em branco. Uma chance única, que no início parece ser difícil e “louca” ao mesmo tempo, mas que com o tempo e dependendo do foco de cada um, se torna uma experiência inexplicável. A chance que você tem para se tornar uma pessoa melhor, pode ser a mesma chance que você tem para ajudar as pessoas que estão ao seu redor a serem pessoas melhores também. Ser um intercambista vai além de um currículo valioso, ser um intercambista é poder crescer profissionalmente, academicamente e principalmente em valores pessoais. Ter a chance de ver e viver uma nova cultura é uma experiência impressionante, é como descobrir a si mesmo depois de décadas vividas.

 

 

Cássio Guimarães

Cássio Guimarães Oka, Engenharia Mecânica

Inglaterra

Ciência sem fronteiras

O que me motivou a estudar no exterior foi o aperfeiçoamento do segundo idioma e estudar as matérias de engenharia mecânica a partir de uma abordagem diferente da brasileira. O que mais gostei da mobilidade acadêmica foi da organização de um país de primeiro mundo e aprendi alguns passos importantes para melhorar a sociedade onde moro. Aos outros estudantes que tem interesse em estudar no exterior eu diria que é a experiência mais enriquecedora que um jovem universitário pode ter. Entender as outras sociedades te ajuda a entender a sua própria e cria caminhos para o aperfeiçoamento da mesma.

 

 

Ciro de MagalhãesCiro de Magalhães 2

Ciro de Magalhães, Engenharia Mecânica

Estados Unidos da América

Ciência sem Fronteiras

Os benefícios que um inglês fluente, e que essa experiência poderiam trazer no ambiente profissional foram fatores que me motivaram a estudar no exterior. A cordialidade americana, uma mente mais aberta às diferenças, e um conhecimento histórico e cultural foram as experiências mais relevantes. E sem sobra de dúvidas o que mais gostei foi poder conhecer pessoas novas. Para os estudantes que têm interesse em estudar no exterior digo para ir e aproveitar a oportunidade de conhecer novas pessoas. Evitem ficar sempre presente de pessoas de mesma nacionalidade, desfrutem de todos benefícios que lhes forem oferecidos.

 

 

Daniela Cândida

Daniela Cândida Barbosa, Design Gráfico

EUA, Phoenix, Arizona State University

Ciência Sem Fronteiras

Sempre quis esta experiência de sair do país para conhecer outra cultura motivada pela experiência de outros amigos que já tinham ido e gostaram muito. A Universidade que estudei tinha uma estrutura muito boa, era a maior universidade dos EUA em número de estudantes, o que permitiu que eu conhecesse pessoas do mundo inteiro. Ela também oferecia uma infinidade de matérias em várias áreas que a UFG é muito carente, e com isso consegui aprender coisas que não seriam possíveis aqui no Brasil. Eu recomendo e muito que as pessoas tentem o máximo possível fazer um intercâmbio seja onde for. Toda experiência durante o período fora do país é importante e te faz crescer tanto como profissional quanto pessoa. Pra mim foi muito importante conhecer outra cultura , o que me fez ver o mundo sob uma outra perspectiva e perceber que meu sucesso só depende do meu esforço e dedicação.

 

 

Flávio Cardoso

Flávio Cardoso Magalhães, Bachelor of Science

Austrália

Bolsa CAPES

A vontade de conhecer o país em questão e verificar as possibilidades acadêmicas oferecidas pelo mesmo me motivaram a estudar no exterior. A estrutura da universidade é fantástica e foi sem dúvidas o ponto mais positivo para mim. A interação com alunos de diferentes partes do mundo foi um dos pontos mais relevantes de todo o processo de intercâmbio. Eu aconselharia os outros estudantes que têm interesse em realizar a mobilidade acadêmica para irem sem medo, foi incrível, eu faria tudo novamente. È um momento de crescimento acadêmico e cultural impagável.

 

 

Francisco Antonio

Francisco Antonio Uchoa Junior, Odontologia, Faculty of Health

Canadá – Toronto

Ciência Sem Fronteiras - Bolsa CAPES

O que me motivou a estudar no exterior foi a oportunidade de fazê-lo com o auxílio financeiro do programa de bolsas de estudos do CsF. Além da experiência acadêmica, o que foi mais relevante na minha experiência foram as situações cotidianas que me levaram a agir com mais maturidade, responsabilidade e tranquilidade. Coisas da minha vida pessoal que irão refletir na minha vida profissional. Eu diria para o estudante que tem interesse em estudar no exterior que, em primeiro lugar, ele deve se empenhar ao aprender e praticar o idioma porque é indispensável que o aluno se comunique bem, que saiba expressar suas ideias. Também diria que um intercâmbio acadêmico é longo e diferente de um intercâmbio cultural curto. No primeiro o estudante tem que estar consciente de que vão haver momentos muito bons e também momentos difíceis, porque apesar da vida de intercambista ter muitos encantos, ela continua sendo uma vida com rotina e responsabilidades.

 

 

Gabriele Cristine Borges Andrades

Gabriele Cristine Borges Andrades, Engenharia Elétrica

Estados Unidos, Oxford, Mississippi

Ciência sem fronteiras-Bolsa CAPES 

O motivo inicial para realizar a mobilidade acadêmica foi a pressão que existe hoje no mercado de trabalho por profissionais com experiência internacional. Acredito que o ganho maior que se tem quando se estuda, trabalha, ou até mesmo passa férias fora do país é o cultural. É como se nossa mente se expandisse milhares de vezes, fazendo com que enxerguemos o mundo com outros olhos. Além do ganho curricular, que foi meu estímulo inicial para que eu fizesse o intercâmbio, fiz amizade com pessoas de todos os continentes do mundo. Isso sem dúvida foi o que mais me surpreendeu nesta experiência. Acredito que nossa geração está vivenciando um momento único na história do país. Nunca foi tão fácil conseguir uma bolsa para estudar no exterior. A hora para aceitar o desafio de se adaptar a outra cultura e aprender uma nova língua é agora.

 

 

Gerlane Ataídes

Gerlane Ataídes da Hora, Engenharia de Alimentos/Engenharia agroalimentar

França - Paris

BRAFAGRI-  Bolsa CAPES

Quando eu decidi fazer um intercâmbio, fui motivada pela esperança de um crescimento profissional, enriquecimento cultural, aprendizado de uma nova língua e expansão de horizontes. Escolhi a França, pois através de pesquisas e depoimentos, notei que era o melhor país para o desenvolvimento de estudos na área de Ciências e Tecnologia de alimentos. O que eu mais gostei, foi vivenciar outras realidades acadêmicas, a grande estrutura presente na universidade, a metodologia utilizada e a maneira como as disciplinas são distribuídas e ministradas. Além do grande crescimento pessoal e amadurecimento, é surpreendente o processo e a capacidade de lidar e relacionar com o desconhecido. Os costumes, a língua, a população, a maneira de pensar e trabalhar são muito diferentes e o processo de adaptação faz com que conheçamos mais de nós mesmos, nos desafiar e confrontar com nossos limites. Eu diria para quem quer e sonha em fazer um intercâmbio, que defronte o medo ou qualquer outra razão que te desmotive e dedique-se! Com certeza será a melhor experiência de sua vida! 

 

 

Gilberto Antonio

Gilberto Antonio Marcon dos Santos, Engenharia de Computação

Estados Unidos da América- Terre-Haute, Indiana

Ciência Sem Fronteiras

A busca por uma experiência mais abrangente na área de estudo e a oportunidade de adquirir fluência na língua inglesa foram fatores que motivaram a realizar a mobilidade acadêmica. O contato com tecnologia “Estado da Arte” em minha área de estudo e a oportunidade de observar em primeira pessoa um ambiente de aprendizagem diferente daquele ao qual estava familiarizado foi o que tirei de mais relevante nessa experiência. Estudar no exterior é uma experiência única que expande horizontes profissionais e pessoais. 

 

 

Gilberto Botelho

Guilherme Botelho Meireles de Souza, Engenharia Química

Estados Unidos, Oxford, Ohio

Ciência sem Fronteiras-Bolsa CAPES 

Os motivos para estudar no exterior foram a oportunidade de aprender e ter fluência em uma língua estrangeira. O que eu tirei de mais relevante em minha experiência foram os contatos internacionais que eu tive a oportunidade de fazer enquanto estudava na minha instituição de ensino estrangeira, não apenas do país que estava mas do mundo inteiro. Apesar de toda a burocracia que deve ser enfrentada no processo de seleção  aos alunos que têm interesse de estudar no exterior, tudo valeu a pena quando você coloca na balança toda a experiência adquirida no ano que passei fora do Brasil.

 

 

Guilherme Milhomen

Guilherme Milhomem da Silva, Engenharia Ambiental

Canadá, Toronto

Ciência sem Fronteiras

O maior motivo de estudar no exterior foi a possibilidade de conhecer um novo “mundo” com pessoas, clima e cultura diferentes. Além disso, a possibilidade de conhecer um novo modo de entender a Engenharia Ambiental e a língua estrangeira, no caso o inglês, também me motivaram. O que eu mais gostei foi a vida acadêmica. A universidade em que estudei é uma das mais conceituadas do mundo e possui uma incrível estrutura e professores bastante qualificados. Tais professores foram os que desenvolveram os livros que estudei durante esse tempo, mostrando a qualidade ímpar de tal profissional. Além disso, laboratórios e salas altamente preparadas para o aluno. A oportunidade de estudar no exterior é única e todos deveriam ter essa experiência. De fato, eu cresci bastante na vida profissional, acadêmica e pessoal de uma forma singular e incrível. Conhecer uma nova cultura, fazer novos amigos, conhecer novos lugares, aprender a conviver com culturas diferentes, adaptar a um novo clima, estudar mais do que o acostumado e aprender a viver longe da família, são exemplos de como uma vida no exterior pode mudar a vida de qualquer pessoa.

 

 

 

Gustavo Louzada

Gustavo Alves Louzada Flavio, Engenharia Ambiental

Estados Unidos, Rolla

Ciência sem Fronteiras

A vontade de expandir meu conhecimento a nível internacional, o qual inclui diferentes cultura, idioma e método de estudo/trabalho. Após o intercambio, posso refletir que muitas coisas foram importantes e de grande apreciação por mim. O aprendizado foi voltado para realização de projetos práticos e para o mercado de trabalho. Eu diria que é uma oportunidade única para amadurecimento como estudante e pessoa. Muitas dificuldades aparecerão pela distancia da família, diferentes idioma, cultura, e mesmo comida, mas não se pode desistir ou abaixar a cabeça, pois o resultado de seguir em frente a alcançar os objetivos é gratificante!

 

 

Gustavo Henrique

Gustavo Henrique Pereira Gonçalves, Ciência da Computação

Estados Unidos

Ciência sem Fronteiras

A oportunidade de estudar no exterior sempre me chamou atenção pelo fato de se envolver em um novo meio de ensino e em uma nova cultura. Sempre tive a curiosidade de saber como era fora do Brasil, como era o ensino e como podemos desenvolver melhor o ensino no Brasil. Eu gostei muito da pesquisa que tive a oportunidade de fazer no verão. Fiquei 2 meses na Indiana University. Lá trabalhei com um gênio da visão computacional reconhecido mundialmente pelos seus feitos. Fico muito feliz de ter tido essa oportunidade. Cada momento foi incrível. Não vou dizer que é fácil ficar longe de casa, sair do conforto e da rotina. Mas dê uma oportunidade a você de viver uma experiência incrível e única!

 

 

Hannah

Hannah Paula Mesquita Cavalcante, Química

Hungria, Budapeste

Ciência Sem Fronteiras

A oportunidade de me desenvolver melhor academicamente e pessoalmente me motivou a realizar a mobilidade acadêmica. O que tirei de mais relevante dessa experiência foi o crescimento pessoal, conhecer outras culturas, outros lugares, outras pessoas complementes diferentes. Diria aos estudantes que tem o interesse em estudar no exterior  que essa  é uma excelente oportunidade e para ir sem medo.

 

 

Helena

Helena Mulser, Farmácia

Estados Unidos – Kansas City/MO

Ciência sem Fronteiras-Bolsa CAPES

As oportunidades que um estudo no exterior traria para o meu futuro profissional foi o que me motivou a realizar a mobilidade acadêmica. Gostei muito da infraestrutura da universidade americana e da forma de ensino, na qual os professores interagem muito mais com os alunos e os acompanham de perto. É uma experiência única, que você vai lembrar pro resto da sua vida. O aprendizado não é somente na área acadêmica, mas também no lado pessoal, te ajudando a saber encarar todo tipo de dificuldade.

 

 

Henrique Potenciano

Henrique Potenciano de Jesus, Engenharia Civil

EUA, East Lansing

Ciência sem Fronteiras

A vontade de conhecer o sistema de ensino em outro país me motivou a realizar o intercâmbio.  A interação cultural com os estudantes dos Estados Unidos e outros intercambistas foi o que tirei de mais relevante. Para outros estudantes que têm interesse em realizar a mobilidade acadêmica digo que façam!

 

 

Igor

Igor da Silva Cardoso, Engenharia Química

Canadá, Toronto

Ciência Sem Fronteiras

Com a mobilidade acadêmica, busquei melhorar o segundo idioma, ter oportunidade de errar e aprender com meus erros e aprender a conviver com outras pessoas, tanto de cultura e ideias diferentes das minhas.Tive a oportunidade de aprender bastante sobre mim mesmo e também tive a oportunidade de ter um conhecimento mais interdisciplinar na engenharia, aproveitando o período para cursar matérias de outras engenharias, como eng. Mecânica e elétrica.Para os estudantes que têm interesse em realizar o intercâmbio digo que busque não só uma boa universidade, mas também um lugar onde você tenha oportunidade de fazer um estágio ou um projeto de pesquisa, isso será um diferencial na sua estada fora do país.

 

 

Jéssica Adriani

Jéssica Adriani Rodrigues Vieira, Jornalismo e Comunicação Audiovisual

Espanha – Palma de Mallorca

Bolsa Santander Ibero-americana

Sempre foi um sonho passar pela experiência no exterior. Já que é uma oportunidade única, tanto para o crescimento profissional, quanto para o pessoal. O que tirei de mais relevante nessa experiência foi a oportunidade de conhecer diferentes culturas e pensamentos. Convivendo com pessoas de todo o mundo e voltando para casa outra pessoa. Para os estudantes que têm interesse na mobilidade acadêmica digo que aproveitem as oportunidades que surgirem ao longo do curso. E que não desistam na primeira tentativa. Todos deveriam passar por essa experiência!

 

 

 Jéssica Chiareli

Jéssica Estély Chiareli Nazareth, Jornalismo

Espanha

A experiência foi de suma importância para o meu desenvolvimento como estudante e futura jornalista. Viver fora do país e estudar em uma universidade estrangeira é uma oportunidade sensacional, que favorece o crescimento em diversos aspectos da vida e formação. A língua foi uma das principais dificuldades, pois mesmo com o idioma oficial em que as disciplinas eram lecionadas, muitas vezes também era utilizada outra língua, típica da região do país.

 

 

 

 Jéssica Pereira

Jéssica Pereira Tavares, Arquitetura

Portugal, Lisboa

Ciência sem fronteiras

 

O desejo de conhecer novas culturas, novas línguas, experimentar uma independência financeira e os métodos de ensino que são aplicados fora do Brasil me motivaram a realizar a mobilidade. O simples fato de viajar já é por si só enriquecedor, quando se tem a oportunidade de conviver com uma cultura diferente, enfrentando problemas, dificuldades e alegrias a mente se abre de uma forma que o torna mais humano.O contato com outras culturas me proporcionou muitas experiências. Posso dizer que amadureci muito durante esse tempo, aprimorei tanto os conhecimentos acadêmicos quanto a capacidade de adaptação e socialização em um universo completamente desconhecido. Esse contato com as diferenças nos torna mais tolerantes, menos preconceituosos e por consequência mais humanos. Creio que é a experiência em que todos deviam se propor.Estudar no exterior com toda a certeza vai ser a melhor experiência da vida de qualquer estudante que se candidatar a este desafio. No princípio tudo pode parecer difícil, mas com o tempo vão perceber que cada segundo valerá muito a pena, que o conhecimento ganho durante esse período irá transformar a concepção de vida, espaço e principalmente irá mostrar que o respeito nos torna seres mais sábios e por consequência mais humanos. 

 

 Jéssica Vieira

Jéssica Vieira Teixeira, Ciências Biológicas

Austrália, Melbourne

Ciência sem Fronteiras

Aprender um novo idioma foi a minha principal motivação para estudar no exterior. Acredito que estudar no exterior acrescentou muito à minha formação profissional e me ajudou a construir auto-confiança e independência, contribuindo também para a minha vida pessoal. Além disso, os australianos em geral me receberam com muito entusiasmo e sempre se mostraram dispostos a ajudar. Essa característica, que é muito evidente na cultura australiana, contribuiu para que eu pudesse me adaptar com maior facilidade ao novo país e concluir com sucesso essa experiência. As contribuições e valores adquiridos a partir da cultura australiana são imensuráveis, e isso será de grande relevância na hora de aplicar o conhecimento adquirido na minha região. Outro ponto que me chamou muito a atenção foi a natureza multicultural de Melbourne, com imigrantes vindos de várias partes do mundo. Dessa forma, foi possível ter contato com diversas manifestações culturais em um único lugar. Eu acredito que esse contato traz um aprendizado diferente do que é ensinado nas universidades, por exemplo, porém tão valioso quanto, sendo que esse tipo de conhecimento é um passo essencial na busca por tolerância e paz.Estudar no exterior pode ser uma experiência diferente para cada um. Enquanto alguns se interessam em aprender um novo idioma, outros buscam por parcerias e contatos na área profissional. Ainda assim, é possível afirmar que estudar no exterior traz inúmeros benefícios para a vida profissional e pessoal de todos os estudantes que encaram tal desafio (ou pelo menos para a maioria deles). Para isso é necessário aproveitar ao máximo o que o programa de intercâmbio, a universidade estrangeira e o país de destino tem a oferecer. Eu considero que para mim, o período mais crítico do processo inteiro foi a etapa da seleção do candidato. É uma parte que envolve muito planejamento, ansiedade e “correria” para entregar a documentação no prazo certo. Durante o processo de inscrição do programa é necessário estar sempre atento as informações fornecidas no edital (cronograma e documentos requeridos). Algo que poderia ajudar nessa etapa é pedir auxílio a algum estudante que já participou do processo de seleção e que já esteja na universidade ou país de interesse do candidato. Conseguir o máximo de informações possíveis sobre as universidades cadastradas no programa, como cursos em destaque e disciplinas ofertadas também é essencial para a escolha da universidade e, consequentemente, para um bom aproveitamento do intercâmbio acadêmico. Se informar sobre a cidade e a cultura do local de destino também ajuda a minimizar choque cultural e ajudar na adaptação do aluno. 

 

 

Jéssica Galan

Jessyca Caroline de Assis Galan, Engenharia de Produção – Universidade Federal de Goiás (UFG) / Engenharia e Gestão Industrial – Universidade de Aveiro (UA)

Portugal, Aveiro

Bolsa Santander Universidades Luso-Brasileira

 O que me motivou a estudar em uma universidade no exterior foi acreditar que a vivência em outro país, com costumes e culturas diferentes poderia me proporcionar, além do desenvolvimento acadêmico com ampliação do horizonte de estudos e contato com outro excelente corpo docente, um desenvolvimento pessoal. Dentre os diversos pontos que mais gostei, me chamou atenção entrar em contato com diferentes estudantes de todo parte do mundo, em busca de desenvolvimento acadêmico/pessoal e de novas experiências de vida, estudantes estes que por mais complicada ou “facilitada” que fosse a sua vida como intercambista sempre se disponibilizam em ajudar/auxiliar outro intercambista, como se fossem uma família.Diria aos estudantes que têm interesse de estudar no exterior que não tenham medo de arriscar, é um desafio bastante interessante. Durante o período de intercâmbio haverá altos e baixos que trarão ganhos inenarráveis, sair da zona de conforto – desde ter que lidar com processos burocráticos, enfrentar filas para imigrantes nos aeroportos internacionais, dar entrada em agências/consulados no país de destino, recolher documentação na universidade a conhecer e aprender a lidar com uma nova cultura – trabalha com o pessoal e o psicológico da pessoa tornando-a mais forte e responsável.Acredito que uma oportunidade de estudar no exterior deve ser considerada, é uma experiência única e inesquecível.

 

Juliana Barros

Juliana Barros Faria, Licenciatura em Espanhol

Argentina, Córdoba

Bolsa CAPES, Programa de Parcerias Universitárias de Graduação em língua espanhola e portuguesa no Mercosul

Como aluna de letras (licenciatura em espanhol), minha maior motivação foi a oportunidade de estudar em um país hispânico e conhecer sua língua e cultura a traves de experiências reais, o que considero de fundamental importância para minha formação acadêmica, pessoal e profissional. O que eu mais gostei além da experiência acadêmica foi a experiência pessoal de morar em uma residência estudantil onde convivi com pessoas de varias origens, culturas e ideologias diferentes, onde pude compartilhar conhecimentos e aprender muito com isso.Aos estudantes que têm interesse em realizar a mobilidade acadêmica, digo que não pensem duas vezes, pois é uma experiência muito enriquecedora em todos os sentidos da vida, não só acadêmica. É uma forma de adquirir amadurecimento, auto-conhecimento, aprender com as diferenças, além de ser uma aventura inesquecível!

 

 

Juliana Marques Juliana Marques 2

Juliana Marques Ferrari, Agronomia

Estados Unidos , Manhattan, Kansas

Ciência sem Fronteiras

O que me motivou a estudar no exterior foi primeiramente a vontade de ficar fluente em inglês, mas a ideia de poder viver a experiência de um intercâmbio, estudar em uma universidade nos Estados Unidos, poder conhecer uma nova cultura, novas pessoas, e novos lugares com tudo pago era muito tentador. Tirei de mais relevante nessa experiência primeiramente as pessoas que conheci, nada seria tão especial se não fossem a oportunidade de conhecer pessoas especiais. Mas com certeza a fluência no inglês, os conhecimentos de Agronomia dos Estados Unidos, o conhecimento sobre o país de intercâmbio como de outros países através de estudantes internacionais, e o meu estágio na empresa Syngenta. E principalmente uma visão do Brasil, e do mundo diferente. Eu altamente recomendo um intercâmbio. O ponto mais difícil é deixar a família e amigos para trás e perder tudo o que acontecer durante o período do intercâmbio. Porém é apenas por mais ou menos 1 ano e logo, logo chegará o retorno. E a oportunidade de aprender e ficar fluente em uma nova língua, poder estudar o seu curso em uma universidade de excelente qualidade, e conhecer um novo país, uma nova cultura, e novos lugares e tudo isso sem ter que pagar nada, é praticamente irrecusável!

 

 

 

Juliana Calatayud

Julyana Calatayud Carvalho, Enfermagem

Portugal – Aveiro

Bolsa Santander Luso – Brasileira

O que mais me motivou a estudar fora, foi a curiosidade em conhecer uma realidade diferente em relação a minha área de estudo; fazer uma adição de conhecimentos, que por sua vez tivesse uma rica contribuição para uma formação de excelência. O que vi de mais de relevante na minha experiência foi o conhecimento de uma realidade diferente da minha área de estudo, contribuindo para um pensamento mais crítico reflexivo na minha profissão. Para os alunos que se interessam em realizar um intercâmbio, digo que todo o esforço, dedicação e persistência são questões fundamentais para a conquista do mesmo. Mas que o aproveitamento e o sabor de viver esta experiência são coisas únicas, e que o crescimento pessoal e profissional são certos e garantidos.

 

 

Karoline Alves

Karoline Alves da Silva, Engenharia Química

Canadá, Toronto

Ciência Sem Fronteiras- Bolsa Cnpq

Quatro fatores me motivaram a realizar a mobilidade acadêmica:   oportunidade de conhecer como é o ensino em uma conceituada instituição estrangeira (University of Toronto); a possibilidade de imersão numa cultura diferente da brasileira; oportunidade para aprimorar o inglês; investimento na minha carreira visto que a experiência de estudar e estagiar no exterior confere um diferencial ao meu currículo. Uma das coisas que mais gostei e que também foi mais relevante na minha experiência de intercambio foi o contato com diversas culturas de todo o mudo. Toronto é uma cidade extremamente cosmopolita com vizinhanças que mais parecem pedacinhos de outros paises (Chinatown, Little Ilaty, Little Portugal...). Isso me permitiu experimentar um pouquinho da cultura desses lugares (culinária, música). Também convivi com pessoas de diferentes backgrounds cuja visão de mundo era alheio para mim, mas que por isso me ajudou a desenvolver uma nova percepção do mundo. A mobilidade acadêmica é uma experiência única em todos os aspectos, porque as diferenças que encontramos acabam nos ajudando a aprimorar as nossas atitudes. Por isso, é uma grande oportunidade para amadurecer, ampliar os horizontes e refazer os nossos planos e projetos tanto pessoais quanto profissionais!

 

 

Kelvem

Kelvem Kizan Alves, Engenharia Civil

Estados Unidos da America / Evansville (IN)

Ciência sem Fronteiras

A chance de conhecer novas culturas e novas oportunidades de aprendizado me motivou a realizar a mobilidade acadêmica. Eu gostei da experiência que tive na faculdade em relação a toda cultura e trabalho conjunto que tive na faculdade tanto com os brasileiros como outros alunos estrangeiros, assim como da oportunidade de aprender inglês no país de origem da língua. Diria aos estudantes que têm interesse em estudar no exterior para seguirem em frente com o sonho, pois apesar de muitas dificuldades que você enfrenta durante o processo, o resultado vai valer muito mais que tudo o que ele passou pra chegar no local escolhido.

 

 

Kleber Macedo

Kléber Macedo Cabral, Engenharia Electrotécnica e de Computadores

Portugal – Porto

Ciência sem Fronteiras

Sempre tive o interesse de conhecer novas culturas, novos costumes, novos modos de lidar com as situações no cotidiano, além do fato de ter a oportunidade estudar na Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, uma das 10 melhores da Europa. O que tirei de mais relevante da mobilidade acadêmica além do enorme crescimento pessoal, de estar em contato com não só uma, mas várias culturas diferentes (devido ao contato com outros intercambistas), também a possibilidade de se desenvolver melhor profissionalmente através dos bons laboratórios, o que incentiva a pesquisa e o desenvolvimento de projetos concretos. A todos que têm essa vontade, aconselho a irem atrás das oportunidades que existem atualmente, e que não desanimem com as inúmeras barreiras (burocráticas, culturais, sociais ou financeiras) que aparecem pelo caminho. A experiência é gratificante!

 

 

Larissa Nunes

Larissa Nunes Mota, Pedagogia

Itália, Roma

Erasmus Mundus

A motivação de estudar no exterior advém da vontade que sempre tive de morar por um tempo em outro país, para poder viver outra cultura e experimentar novos lugares, novas visões de mundo, novas perspectivas. A escolha da universidade adveio da paixão pela Itália e pela cidade de Roma, que eu tinha visitado dois anos atrás e queria conhecer melhor, de modo mais aprofundado e como habitante, e não apenas como turista. O mais relevante foi a possibilidade de cursar disciplinas fora da grade curricular base do meu curso, que me possibilitaram aprendizados novos e importantes para a minha formação humanística.Também foi relevante a experiência de morar sozinha, o que me permitiu cultivar a independência e a responsabilidade, e a possibilidade de conhecer muitas pessoas de vários países e conhecer vários lugares da Europa. A experiência de estudar no exterior é simplesmente incrível e recomendo a todos os estudantes, independentemente do curso e do país de destino. O importante é ter iniciativa, disposição e paciência no começo da experiência, até se adaptar ao local, às pessoas e à nova vida de modo geral. Prepare-se para viver a experiência que, apesar dos procedimentos cansativos de candidatura e das dificuldades no começo no intercâmbio, te transformará como estudante e como ser humano.

 

 

Lohayne Vilela

Lohayne Vilela Rocha, Engenharia Mecânica

Estados Unidos, Cincinnati

Ciência sem Fronteiras

A oportunidade de cursar disciplinas que eu não cursaria na UFG, além do enriquecimento cultural e contato com uma nova língua, que vem a ser muito importante em minha área de atuação foram fatores que me motivaram a estudar no exterior. Gostei muito das disciplinas que cursei aqui. Muitas delas relacionadas ao setor de energias renováveis, já que o Brasil é um país riquíssimo em recursos. O que achei mais relevante foi o método de ensino/aprendizagem. Os alunos são avaliados em muitos critérios diferentes (presença, tarefas de casa, trabalhos em grupos, quizes, e provas) e as aulas são mais curtas e dinâmicas que as usuais aulas da engenharia. Eu diria que é uma oportunidade ímpar e que vale a pena se dedicar a essa experiência. O processo de entrosamento cultural e com a língua estrangeira foi muito mais agradável e simples do que esperava. Eu acredito que esse tipo de experiência é capaz de nos moldar e aperfeiçoar como seres humanos, já que somos submetidos a uma diferente realidade. 

 

 

Lucas Manassés

Lucas Manassés Barbosa, Música

Estados Unidos da América,  Huntington

Bolsa Capes/Fipse

A experiência acadêmica me motivou a estudar no exterior. Dessa experiência o que tirei de mais relevante foi a rotina de estudos adquirida durante o intercâmbio e o fácil acesso à materiais tanto pela biblioteca da universidade como pelo sistema de compras do país. Aos estudantes que têm interesse, digo que  essa é uma grande experiência!

 

 

Marcella Ávilla

Marcella Avila de Souza, Biologia

Austrália ,  Gold Coast

Ciência sem Fronteiras- Bolsa CAPES

Tive como objetivo principal a busca por outra cultura, aprendizado de um novo idioma, contato com pessoas diferentes e expansão de conhecimento na área de biologia tendo como partida os diferenças abordadas no Brasil e Austrália. Em resumo eu diria que não poderia ser nada melhor do que foi. É incalculável o aprendizado que adquiri na oportunidade de trabalhar em um laboratório na Griffith University aprendendo técnicas de estudos em genética e aspectos éticos relacionados aos experimentos. Fluência em outro idioma acredito que seja outro aspecto a ser ressaltado, domínio de Inglês é um importante diferencial para qualquer estudante e profissional atualmente, acredito que isto abrira portas promissoras em um futuro próximo. Aos estudantes que têm interesse na mobilidade acadêmica, diria que independente das enormes dificuldades que serão enfrentadas, os lucros são ainda maiores. Cada segundo vivido em um intercâmbio deve ser aproveitado da melhor e mais intensa forma possível, porque o tempo passa rápido e quando menos se espera é hora de voltar pra casa. É uma experiência FANTÁSTICA e aconselharia fortemente para todos os estudantes brasileiros. Trago memórias e experiências inexplicáveis!

 

 Murielly

Murielly Sthefhany de Almeida Calaça, Engenharia Elétrica/ Master of Engineering: Energy

Bélgica, Leuven

Ciência sem Fronteiras

Eu sempre tive uma grande curiosidade acerca de outras culturas, além disso, a abordagem diferente ao ensino e a oportunidade de conhecer campos da minha área de conhecimento que não são muito explorados no Brasil me atraíram. Poder aprender uma língua nova e aprimorar a que eu já sabia, e claro, a valorização que uma experiência internacional tem no currículo me incentivaram ainda mais. São tantas coisas. Em termos acadêmicos, a autonomia que é dada ao aluno para estudar foi bem construtiva e tem melhorado meu desempenho aqui no Brasil. A Bélgica, apesar de ser um país pequeno, é um ninho de culturas diferentes somando-se o grande número de estudantes internacionais na minha cidade de destino, foi uma grande experiência cultural. Já estar preparado para uma forma de ensino muito diferente do Brasil, em que existe um certo distanciamento entre professor e aluno, e é dada uma maior independência ao aluno para seu aprendizado. É bom aproveitar esse período para se aventurar por outras áreas que não seja a do foco principal do nosso curso original, eu fiz isso e acabei por encontrar a área em que desejo me especializar no futuro. Ter cabeça aberta porque o choque de realidade é grande. É uma ótima oportunidade para fazer networking com brasileiros e, principalmente, com estrangeiros.

 

 

Murillo Marco

Murillo Marco Carvalho Cunha, Estatística

Estados Unidos , Chicago-Illinois

Ciência sem fronteiras

Fui motivado pelo interesse de explorar a vida e os estudos em um país diferente onde encontraria muito entretenimento com pessoas de diferentes partes do mundo. Ir pra uma sala de aula e assistir uma aula do seu curso em outro país, observar a metodologia e conversar com os alunos e professores é sensacional. Lá a gente percebe como a globalização consegue eficientemente encurtar distâncias e transmitir informações, pois podemos estudar qualquer coisa em quase todo lugar do mundo.Mas fora da sala de aula, digo que não tem preço você conhecer e fazer amizade com pessoas de diferentes partes do mundo perguntar como é a vida deles nos seus respectivos países e entender as diferenças e semelhanças. Enfim, cada bate-papo é uma novidade e essa interação é muito gratificante.Eu diria aos estudantes que têm interesse em realizar a mobilidade acadêmica que a aventura vale a pena. Quebrar as barreiras de comunicação com uma nova língua é recompensador. Não tenha medo, vá viver e explorar a vida. Ter a experiência de ficar longe de tudo que você era acostumado/a e sair sozinho/a vai te fazer aprender muito sobre o mundo, as pessoas, e principalmente sobre você mesmo.

 

Nadine

Nadine Moreira Costa, Engenharia de Produção

Canadá,  Montréal

Ciência sem Fronteiras

Sem dúvidas, o que mais me motivou a participar desse intercâmbio foi, não somente, a imersão em uma cultura nova e o aprofundamento de conhecimentos na língua estrangeira, mas mais importante foi a possibilidade de angariar conhecimentos e práticas no meu campo de estudos. Tinha certeza de que no futuro me propiciaria tanto o ganho e crescimento pessoal, quanto educacional e profissional, por ter tido a oportunidade de estagiar fora do país. Todos esses pontos tiveram um grande peso quando me inscrevi para passar essa temporada fora.Posso dizer que uma das etapas do intercâmbio que mais tive interesse e que mais me identifiquei foi o estágio em uma empresa Canadense. Um estágio por si só já nos prepara bastante de uma forma prática, para futuros empregos, logo, poder ter realizado o estágio em um ambiente totalmente novo e regido por práticas e hábitos diferentes dos brasileiros, abre a mente para troca de conhecimentos e visões que podem vir a auxiliar na hora da tomada de decisão aqui no Brasil. Além disso, a empresa em que estagiei está num ramo que sempre me identifiquei bastante e pude ver que muito ainda era, por mim, desconhecido. No entanto, tanto no período na universidade, quanto no estágio, convivi em um ambiente multicultural e me possibilitou lidar melhor com pessoas, tarefas e problemas e adaptar-me a novos meios, criando assim, mais flexibilidade, iniciativa e habilidade de trabalho em equipe.O período cursado na universidade também foi de grande proveito e experiência, pois o sistema de ensino é diferente do estudado aqui no Brasil. Certamente, uma dedicação maior pela nossa parte devido ao idioma, no entanto, como dito acima, o fato de diversos alunos de culturas que não Canadenses, também estarem cursando as disciplinas, te dá um impulso e incentivo a mais. Por fim, as atividades extracurriculares dirigidas por organizações vinculadas a universidade canadense, foi outra área de bastante proveito e conhecimento durante esse ano fora do país. O incentivo a associações e organizações e a participação do aluno em tais é imenso e até mais do que na sala de aula, propicia ao aluno um crescimento imenso. Como tais organizações, cito: Engenheiros sem Fronteiras, AIESEC e CISA- Concordia International Student Association (Associação de alunos internacionais da Universidade Concordia).

 

 

Naiman

Naiman Soares dos Santos, Licenciatura em Letras

Argentina, Córdoba

Programas de parcerias universitárias de graduação em língua espanhola e portuguesa no MERCOSUL – PG PE 002/2011

A oportunidade de cursar a língua espanhola como língua materna, e consequentemente, tendo um contato maior com a língua no cotidiano. E sem dúvidas, ter a chance de poder morar em outro país, tendo assim, um maior contato com a cultura e costumes da região, foram motivos para realizar a mobilidade acadêmica.  Baseada em minhas experiências, posso dizer que foi uma boa escolha ter feito este intercâmbio, porque além de ter conhecido e vivido em outro país, tive a oportunidade de estudar o espanhol como língua materna; participar de eventos importantes; conhecer pessoas de várias partes do mundo, com o mesmo objetivo que eu, intercâmbio estudantil e outros; perceber a grande variedade do espanhol, com suas variedades; a gastronomia; a paixão pelo futebol. Logo, não tive dificuldade de adaptação. Recomendo os outros estudantes a estudar no exterior pois é uma oportunidade única de poder morar em outro país, conhecer a cultura, os costumes através do dia-a-dia. Sem mencionar um maior contato com a língua materna. Pois quando você é submerso em uma outra língua, você tem a chance de aprender mais sobre ela. Além de conhecer pessoas locais e de outros países. É sem dúvidas uma troca e compartilhamento do que cada um tem do seu país de origem. Como também, conhecer a você mesmo, seus limites, ter a mente aberta, e se entregar por inteiro as oportunidades na faculdade, como eventos etc. E o mais importante, ter a consciência de que você vai mudar, assim como eu. 

 

 

Natalia França

Natália Franca Camargo, Odontologia

Canadá- Toronto

Ciência sem Fronteiras

 

O que mais me motivou a querer estudar no exterior foi o desejo de mudança e a oportunidade de ser um estudante diferenciado. Eu fazia ideia que ia estudar em outra universidade e me tornar fluente em uma nova língua e imaginava o quão positivo isso seria para minha vida. Hoje, eu posso dizer que ter vivido esses meses fora do país foi umas melhores coisas que já aconteceu na minha vida.A experiência em si é carregada de crescimento. O fato de ter que tomar suas próprias decisões e ter que viver por si mesmo trás um amadurecimento enorme. Além da vivência em outro país, o que possibilita o contraste com uma realidade a qual nós viemos, e que com o passar dos meses se torna a realidade em que você se habituou e que deseja permanecer. Eu diria que é impossível passar como uma experiência como essa e não crescer como pessoa. Os pequenos desafios e superações diárias nos fazem perceber que podemos ser mais fortes que pensamos e que as coisas podem ser simples como parecem. Como por exemplo, a confiança na apresentação de trabalhos na língua nativa e a desenvoltura em saber se comunicar com as pessoas em lojas ou mesmo nas ruas. Eu costumava enxergar essas pequenas evoluções diariamente, e tinha consciência de que estar vivendo lá era um momento único e que teria repercussão no meu futuro. O fato de conhecer várias culturas de perto fez com que eu me despisse de alguns conceitos pré-formados e que me tornasse mais crítica e consciente em relação ao mundo em que vivemos. Aprendi que é possível se adaptar ao novo, desconhecido e ao diferente. E que tudo é uma questão de percepção. O que é mais relevante nessa experiência é a transformação feita em mim, que me tornei uma pessoa mais forte, segura e aberta para o mundo. Para todos vocês que querem estudar e passar um tempo no exterior: vão em frente! Não deixem que o medo e a incerteza façam com que vocês desistam desse sonho. Isso é sim um sonho, e muito bonito. È mágico poder viver em uma cidade com uma das melhores qualidade de vida do mundo onde muita gente vem passar férias. É mágico poder ver gente de várias culturas vivendo com respeito. È maravilhoso ver que o mundo é muito maior do que a história que nos contam. Vocês não irão se arrepender de se arriscar, e se tiverem coragem de sair da zona de conforto para viver em uma realidade inicialmente desconhecida. Ao contrário de que muita gente pode pensar um intercâmbio não é feito só de alegrias. Muito pelo contrário, apesar de muitas alegrias eu também tive muitas lágrimas. Existem momentos de sofrimento e decepções, é uma vida normal onde existe rotina, altos e baixos e não uma colônia de férias como dizem as más línguas. Mas, isso tudo é muito importante para o crescimento e superação que vão ser o grande diferencial de quem sai da sua zona de conforto. Ao final de tudo, o que importa é que tudo que foi vivido é essencial para seu crescimento.

 

 

Natália Olivia

Nathália Olivia de Sousa Garcia, Ciências Farmacêuticas

Reino Unido, Londres

Ciência sem Fronteiras, Bolsa CNPq

O que me motivou a estudar no exterior foi a busca por novas experiências e por crescimento tanto pessoal quanto profissional, pois saindo da zona de conforto eu poderia obter um crescimento que viria a me ajudar profissionalmente no futuro. E essa motivação cresceu e veio a se concretizar com o apoio e incentivo da minha família e do meu orientador na UFG, que foram essenciais para que desse certo.O que tirei de mais relevante dessa experiência foi a troca de experiências com estrangeiros e outros brasileiros. Pude também viver uma nova forma de ensino, pois as universidades aqui têm uma forma diferente de ensino baseado em uma maior independência do aluno. Para os estudantes que têm interesse na mobilidade acadêmica digo que essa é uma experiência única!

 

 

 Paulo Henrique

Paulo Henrique Sousa da Paz, Medicina Veterinária

França, Nantes

BRAFAGRI- CAPES

 A vontade de aprender coisas novas e descobrir o mundo foi o que me motivou a estudar no exterior. O choque cultural foi uma das coisas mais legais, apesar de não ter sido tão grande deu para perceber.Para os estudantes que têm interesse digo: Vão e não hesitem em aproveitar o máximo possível do que está sendo oferecido, tanto pelo lado brasileiro (bolsa), quanto pelo lado do país que está recebendo os estudantes. Tentem fazer contatos para poder retornar no futuro e estudem bastante!

 

Pedro Eugenio

Pedro Eugênio Vieira da Silva, Biotecnologia

Espanha, Tarragona

Ciência sem Fronteiras

Investir na futura carreira profissional, aumentar a independência e a autoconfiança, praticar um novo idioma e conhecer uma nova cultura foi o que motivou a realizar a mobilidade acadêmica. O que tirei de mais relevante foi a aprendizagem do idioma local, amigos e convívio com uma cultura diferente. Não vou dizer que é fácil. Mas se me perguntarem se eu faria uma escolha diferente eu com toda a certeza do mundo diria que não, pois vale a pena todo o esforço. Você adquire muito mais do que conhecimento profissional você faz amizades, conhece de uma outra cultura e idioma. No final das contas você adquire uma bagagem imensurável incapaz de ser adquirida em qualquer livro de uma biblioteca.

 

 

Pedro Henrique

Pedro Henrique Machado Godoy, Engenharia Química

Estados Unidos, Tempe

Ciência sem Fronteiras

A oportunidade de se tornar fluente em inglês me motivou a estudar no exterior.O que tirei de mais relevante dessa experiência foi o fato de poder crescer profissionalmente e pessoalmente.Para outros estudantes que têm interesse na mobilidade acadêmica digo que essa experiência é uma oportunidade única como estudante. Definitivamente sou outra pessoa depois deste um ano.

 

 

Rafael Lopes

Rafael Lopes Esteves, Agronomia/Agroalimentar

França/Toulouse

BRAFAGRI

O amadurecimento pessoal e acadêmico foi o que me motivou a realizar a mobilidade acadêmica.A oportunidade de viajar pela Europa é sem dúvida indescritível. Creio que a fluência na língua e o amadurecimento foram os principais frutos da experiência de intercambio.Para os estudantes que têm interesse na mobilidade acadêmica uma dica: Viaje o máximo que puder!

 

 

Raínne 1 Raínne 2

Raínne Florisbelo Gonçalves,

Austrália , Sydney

Ciência sem fronteiras

A busca por novos conhecimentos, tecnologias e inovações e experiência de vida me motivaram a estudar no exterior.Tirei de mais relevante dessa experiência  a descoberta de novas culturas e métodos de ensino . Isso me ajudou a abrir a mente e evoluir como pessoa.

 

 

Reiner

Reiner Silveira de Moraes, Medicina Veterinária/ Ciência Animal

Canadá, Edmonton – Alberta

Ciência Sem Fronteiras

O que me motivou a estudar no exterior foi primeiramente a vontade de me aperfeiçoar em uma segunda língua que no caso é o inglês e segundo a curiosidade de conhecer o ensino aplicado na Medicina Veterinária em uma universidade estrangeira. Nesse caso também incluem as questões sociais e culturais. Durante o período que morei no Canadá o que mais me chamou atenção foi a educação dos Canadenses em geral. Todos incluindo crianças, jovens, adultos e idosos são muito educados. Eles pedem desculpa, licença pra quase tudo que eles fazem. Algumas vezes nem existe necessidade de pedir desculpa, mas mesmo assim eles pedem desculpa o que me deixou impressionado e admirado. Com relação ao que tirei de mais relevante da minha experiência no Canadá, eu diria que foi a nível acadêmico. Aprendi muito com a metodologia de ensino adotado na universidade e não menos importante, eu percebi que sou capaz de me esforçar e conseguir aquilo que me é exigido em uma universidade no exterior. Para os estudantes que têm interesse na mobilidade acadêmica, digo: não percam a oportunidade de estudar em uma universidade estrangeira caso essa oportunidade apareça porque é uma experiência incrível, a gente aprende muito, cresce a nível pessoal, conhece novas culturas e  se torna uma pessoa mais madura!

 

Renata Martins 1 Renata Martins 2

Renata Martins Gornattes, Licenciatura em Espanhol

Argentina, Córdoba

Bolsa da CAPES, Programa de Parcerias Universitárias de Graduação em língua espanhola e portuguesa no Mercosul

A oportunidade de estudar em uma universidade reconhecida internacionalmente, em um país de língua espanhola, e de vivenciar relações interculturais em território estrangeiro foi o que me motivou a estudar no exterior.O que eu tirei de mais relevante dessa experiência foi a convivência na cidade e na casa onde eu estava, pois vivia com quase 30 pessoas, a maioria procedente de países hispanofalantes, o que facilitava muito a prática da língua espanhola e o conhecimento da diversidade desta língua. Para os estudantes que têm interesse em primeiro lugar, que se dediquem verdadeiramente a aprender a língua do país de destino, principalmente se é espanhol. O mito da facilidade dessa língua, em especial para os/as brasileiros/as, repousa sobre nossas cabeças e, quando em terreno “perigoso”, causa muitos constrangimentos e confusões. No entanto, o mais importante em aprender essa língua ou qualquer outra, é o respeito pelas particularidades culturais de um povo, sua história e sua gente. O apreço pela humanidade dessas pessoas começa por saber falar sua língua.Em segundo lugar, que estejam abertos a novas experiências e não tenham medo do novo. O intercâmbio é uma experiência maravilhosa que te traz novos conhecimentos, amizades e, possivelmente, contatos de trabalho, como me aconteceu!

 

 

Ricardo  Ricardo 2

Ricardo Henrique Fonseca Alves, Curso de inglês + Curso de Engenharia Elétrica

Estados Unidos / Ewing-NJ

Ciência sem Fronteiras

O que mais me motivou a estudar no exterior foi a vontade de aperfeiçoar o meu conhecimento da língua inglesa (habilidade extremamente importante para futuros engenheiros) e também para aprender e aperfeiçoar técnicas na minha área por meio das tecnologias desenvolvidas nos EUA.O que mais gostei sem dúvida foi o crescimento pessoal que desenvolvi. Pude por meio do intercâmbio ter uma nova visão de mundo e também aprendi diversas técnicas na minha área que poderei com certeza aplicar aqui no Brasil. O que tirei de mais relevante foi o conhecimento técnico e científico que pude desenvolver durante minha estadia nos EUA.Eu diria que é uma oportunidade única na vida, e que o conhecimento que você adquire em um intercâmbio vai além do que se é possível imaginar!

 

Sarah

Sarah Jhayse de Araújo Lima, Nutrição

Estados Unidos da América – Cidades: Eau Claire e La Crosse

Ciência sem Fronteiras

Os motivos pelos quais me inscrevi no programa de intercâmbio foram a possibilidade de aprender outro idioma através do contato com nativos, aprender sobre diferentes culturas e enriquecer minha formação acadêmica. O intercâmbio acadêmico foi uma experiência enriquecedora, que me permitiu conhecer pessoas de diferentes países, entre eles Japão, China, Arábia Saudita, Alemanha. Além disso, o intercâmbio me tornou uma pessoa mais independente e comunicativa. Meu conselho para estudantes que têm interesse em estudar no interior é procurem informações sobre diferentes programas de intercâmbio e bolsas de intercâmbio, faculdades que sejam destaque na sua área de formação e converse com estudantes que já passaram por essa experiência, eles podem dar dicas valiosas. Durante o intercâmbio, aproveite ao máximo a oportunidade acadêmica, procure professores para desenvolver pesquisas. Além disso, faça amigos durante esse período, você irá aprender muito dentro e fora de classe, com a experiência de pessoas que possuem culturas diferentes da sua. O intercâmbio é uma experiência que ampliará sua visão de mundo. 

 

 

Tatiana

Tatiana Silva Santos, Administração

França – Angers

Convênio UFG / UCO

 A possibilidade de aprender conteúdos com diferentes pontos de vista além da grande bagagem cultural que poderia ser adquirida foi o que motivou a estudar no exterior. O mais interessante foi conhecer pessoas de diversos países e ter contato com culturas diferentes, sendo que todos estavam ali aprendendo as mesmas coisas. Conhecer e lidar com diversos aspectos culturais foi bem importante. Diria para os estudantes que tem interesse em realizar a mobilidade acadêmica que se esforcem pois não é muito fácil conseguir as bolsas que tanto queremos. Além disso, a adaptação nos primeiros meses não é simples, mas cada esforço vale a pena, é uma experiência que pode mudar a vida completamente.

 

Thais

Thais Alves dos Santos Barros, Jornalismo

Portugal, Porto

Bolsa Santander

Sempre tive vontade de conhecer o mundo e novas culturas, e o intercâmbio foi à grande porta pra conquistar esse sonho. O fato de conhecer pessoas e lugares diferentes te faz entender melhor as pessoas ao seu redor e até mesmo você mesmo, além disso, você passa a ter mais responsabilidade e isso faz com que você amadureça e fique mais preparado pra vida, tanto profissional, como pessoal. Para os estudantes que têm interesse na mobilidade acadêmica aconselho a correrem atrás desse sonho e aproveitar bastante, pois é uma experiência única na vida de quem o faz. É algo que vai muito além da sua vida acadêmica, é algo que afeta a sua vida inteira e te transforma. É realmente aquele tipo de experiência que se você pode tê-la, que a faça, pois não vai se arrepender!

 

 

Wallison

Walisson Gobbo de Aguas,Engenharia Elétrica

Estados Unidos, Atlanta GA, Maço GA

Ciência sem fronteiras     

O que me motivou a estudar no exterior primeiramente foi a busca de novos conhecimentos na minha área e em outras culturas. O conhecimento adquirido não é somente acadêmico, mas envolve toda uma adaptação da cultura local que envolve desde o jeito de vestir até a adaptação com a comida. Tudo isso proporciona não somente a mim mas também a todos os participantes de programas de intercâmbio internacional. O crescimento intelectual do aluno é grande e vale muito a pena participar.O que tirei de mais relevante foi da independência pessoal que tive e principalmente poder fazer escolhas que melhor me favorecesse. Pude conhecer a cultura do país através de algumas viagens. Como um todo gostei bastante pois a experiência foi única. Digo que foi uma experiência única e lógico que recomendo a todos interessados que vá, pois seu modo de pensar e agir mudam consideravelmente. Eu me tornei uma pessoa melhor e com a mente mais aberta. Aprendi com meus tropeços mas sei que dificilmente voltarão a acontecer. Vá e desfrute dessa experiência!

  

 

 Programa de Intercâmbio Acadêmico - CAPES/FIPSE

Thalyta Lopes Rego - Estados Unidos, Califórnia, Los Angeles

O que mais me motivou foi conhecer pessoas com uma cultura diferente. Conhecer lugares diferentes, paisagens diferentes das encontradas no Brasil, cidades com formações diferentes. Praticar uma língua diferente, que por 4 anos eu estudei no Brasil mas não praticava com muita freqüência.Gostei muito da experiência de ter aulas em inglês, percebi que o inglês estudado nos cursos no Brasil ajuda a entender as pessoas, mas para falar com fluência precisa de contato com pessoas nativas. Aprendi muito com as disciplinas de Planejamento Urbano, como aconteceu o desenvolvimento das cidades nos Estados Unidos e como são executados os estudos de impacto ambiental.Conheci paisagens muitos bonitas, como a praia de San Diego e o Grand Canyon e cidades muito famosas com Las Vegas. Assim como lugares de grande destaque, como Hollywood e Beverly Hills.É uma experiência única, que vale a pena participar. Além do que aprendemos nas aulas, temos o aprendizado fora delas, com as pessoas, os lugares. Ao chegar é importante participar dos eventos, conhecer o que for possível, porque o tempo passa rápido e é preciso aproveitar o tempo que se tem.

 

Programa de Intercâmbio Acadêmico - CAPES/FIPSE

Caroline Neri de Lima - Estados Unidos, Gadsden - ALABAMA


Senti-me motivada a estudar no exterior devido ao local ser apropriado para desenvolver o meu projeto de pesquisa e para adquirir maior proficiência na Língua Inglesa.Foi muito bom poder conhecer pessoas e culturas de várias partes do mundo, assim como poder ter a oportunidade de conhecer outros métodos de ensino de língua estrangeira. Eu pude ter a maravilhosa experiência de ensinar inglês para alunos de diversos países em uma mesma sala de aula. O que parecia difícil se tornou muito interessante e divertido. Além disso, pude cultivar inúmeras amizades.Estudar no exterior é uma oportunidade única e inesquecível. Pode parecer um comentário clichê, mas é o que realmente acontece. Se você sai do Brasil com muitas expectativas, com certeza boa parte do que você espera se realiza. Só depende mesmo de esforço e dedicação, tanto aqui quanto lá. 

 

Programa de Intercâmbio Acadêmico - CAPES/FIPSE

Maria Cláudia Reis Silva - Estados Unidos, Cedar Rapids, IA

Estudar no exterior é ter a certeza de se aprender uma nova cultura, ficar fluente em outra língua, além de poder ter uma experiência de vida inesquecível e melhorar o curriculum acadêmico.Considero que a experiência de vida proporcionada pelo intercâmbio foi à parte mais relevante. Estar em outro país, falando outra língua, me fez crescer muito. Foi um vasto crescimento pessoal.
Estudar no exterior não é fácil, mas é uma experiência de vida incalculável. Você passa por todos os tipos de dificuldades que nunca pensou em passar na vida e que no final compensam. Afirmo que o intercâmbio é uma eterna saudade. No começo sentimos saudades de casa. Com o tempo, essa saudade se transforma no medo de ter que voltar para seu país e perder a sua vida paralela, criada através dos novos vínculos. E quando o sentimento de "pertencer" chega, já é hora de ir embora. O intercâmbio é também uma fase de aprendizado de vida, de língua, de disciplinas e de diversidades. 

 

Programa CAPES/FIPSE


 

Thayná Mendanha dos Santos - Estados Unidos, Cedar Rapids, IA

Estudar no exterior, além de ser uma grande oportunidade acadêmica, é uma experiência pessoal muito enriquecedora. Acredito que com este semestre em Kirkwood pude expandir minha visão do mundo e meus conhecimentos acadêmicos. Além de tudo, esta oportunidade me permitiu aprimorar meu conhecimento da língua inglesa da cultura americana.Gostaria de abordar a importância do programa Capes/Fipse em minha vida acadêmica e pessoal. O semestre de convívio com uma cultura diferente me propiciou uma visão diferente da vida, do meio agrário, do Brasil e do mundo. Me tornando alguém muito mais confiante, flexível e capaz de tomar grandes decisões. As experiências do intercâmbio me trouxeram uma grande segurança em acreditar que nada em minha vida acadêmica e profissional é impossível.Ter vivido fora, mostrou o quanto o Brasil é importante no âmbito internacional, agrícola e energético. Hoje em dia, não vejo somente o mundo de forma diferente, mas o Brasil também. Talvez a grande importância de programas como esse esteja nessa reflexão, nesse aprendizado de valorização do próprio país e na percepção de que tudo é possível.Programas de intercâmbio acadêmico são extremamente importantes para a formação de um estudante. Propiciam aos alunos brasileiros a chance de vivenciar uma nova cultura, aperfeiçoar-se em outro idioma, fundamentar novas ideias, além de contribuir para o desenvolvimento de liderança. Essa experiência contribui não só para a vida profissional do aluno, que leva consigo essa experiência para toda sua vida, mas também para a vida pessoal, forçando nele a capacidade de adaptação a um ambiente estrangeiro, melhorando sua habilidade de se expressar em um idioma diferente e fazendo dele um embaixador de seu país enquanto no exterior.

 

Programa CAPES/FIPSE


 

Élider de Paula Bento - Estados Unidos, Huntington – WV

 

O que me motivou a estudar no exterior foi saber que existe um intercâmbio de culturas, fora que era uma grande oportunidade para minha vida pessoal e profissional, além de ganhar a fluência em outro idioma.Há experiência encontrada não só com cultura praticada em outro país, mas todas as amizades e oportunidades para o meu desenvolvimento profissional e pessoal que abrangeu desde ao aperfeiçoamento de um novo idioma às novas amizades foi surpreendente. Neste intercâmbio eu consegui além de vários recitais solo e de música de câmara, com o qual a estréia americana de uma de minhas obras que eu executei e gravei para a “Society of Composer” em trio com dois alunos da Marshall University, em diversas cidades em vários estados dos EUA. Fui selecionado dentre todos estados dos EUA como um dos 3 pianistas a participar da “Music Teachers Associations – Fall Colaborative Conference” em performance na master class da renomada pianista Barbara Nissman. Sem contar com o aprimoramento obtidos com as aulas dentro da Universidade.Este intercâmbio é algo que não pode ser desperdiçado, pois além de estar estudando em uma universidade de nível e com várias oportunidades a serem obtidas o programa cobre todas as despesas

 

Programa CAPES/FIPSE

Manoel de Oliveira Mota Júnior - Gadsden, Alabama/USA


O que me motivou a estudar no exterior foi o fato de eu sempre ter gosto pela língua de inglesa e sempre querer aprender essa língua mais a fundo. Dessa forma, indo para os EUA, eu poderia me aprofundar em meus estudos e usar o inglês em um contexto onde ele é falado como primeira língua. Além disso, sempre me interessei por diferentes culturas e em Gadsden tem estudantes de diversas partes do mundo, o que torna a experiência de morar em outro país muito mais rica e interessante.Morando em Gadsden, adquiri muito conhecimento da língua inglesa. A minha fluência e habilidade com a língua melhoraram muito morando lá. No entanto, muito mais do que conhecimento teórico e lingüístico, adquiri experiência de vida; ganhei mais independência e aprendi a lidar melhor com os problemas e dificuldades que apareciam. Além disso, fiz amizades não só com americanos, mas também com pessoas de diversas partes do mundo, o que vou levar para a vida toda.Se você gosta de línguas estrangeiras, se interessa por diferentes culturas e pretende expandir os seus horizontes, não pense duas vezes! Estude no exterior cresça tanto pessoal como profissionalmente.

 

Programa CAPES/FIPSE


 

Paula Mendes - Cedar Falls/ Iowa/ Estados Unidos

Estou participando do Programa entre Brasil e Estados Unidos e recebo bolsa da Capes. Sempre tive interesse de estudar no exterior, mas as oportunidades eram muito escassas e muito altos os custos. A bolsa da Capes e o convênio da UFG com a University of Northern Iowa foram uma ótima chance de realizar um dos meus sonhos. Estou realmente amando essa oportunidade de estudar nos Estados Unidos. Eu diria que é única a experiência de viver em uma cultura totalmente diferente. E que antes de vir para cá eu acreditava ser tão próxima do Brasil. Hoje eu consigo ver claramente as diferenças e as semelhanças. Confesso que passei por muitos problemas de adaptação, mas estou apaixonada pela minha nova vida. Estudar fora do país te abre a mente para novas oportunidades no mercado e amplia sua rede de contatos. Cada dia longe de casa é muito intenso, você passa a trabalhar não apenas o lado profissional como também pessoal. É impossível explicar em poucas palavras tudo que estou vivendo aqui. Para os alunos que tem interesse em estudar no exterior eu diria que é muito importante se preparar para as provas, buscando cursos fora da universidade e participando de eventos ligados a sua área de interesse. E para adaptação em outra cultura e essencial o conhecimento da língua no país que pretende estudar, não somente para ser admitido no programa, mas também para se comunicar e interagir. O choque cultural é muito maior para quem não tem conhecimento do idioma. Proatividade e paciência também são necessários, saiba a hora de correr atrás da oportunidade e também esperar para que os resultados apareçam. 

Programa CAPES/FIPSE


 

Eber F. de Oliveira 
Discussão sobre identidade cultural durante Semana Internacional na GSCC.

Viajar aos EUA foi uma experiência muito rica em vários sentidos. Morar em um típico alojamento estudantil na Gadsden State Community College proporcionou-me as mais diversas chances de contato social com os locais. Pude conviver com vários estudantes estrangeiros, desfrutar das e estórias e experiências pessoais de muitos que comigo viviam. Ouvi relatos interessantes de pessoas de muitos países como Iraque, Alemanha, Inglaterra, Rússia, Bahrein, China, Japão, Vietnã, Taiwan, Bolívia, Colômbia, Chile, Peru, Costa do Marfim, e outros. Senti também a expressão de muitas culturas que, de forma inegável, passaram a moldar o estudante e a pessoa que sou. Tive ainda a satisfação de ter sido convidado para representar o Brasil numa discussão sobre identidade cultural durante a celebração da Semana Internacional na GSCC. As decepções e alegrias dos locais e dos estrangeiros permitiram uma ampliação do meu entendimento sobre que é ser brasileiro e o que é ser um estrangeiro especificamente nos EUA. Igualmente, compartilhar da companhia de pessoas distintas possibilitou meu desenvolvimento pessoal, acadêmico e profissional de forma decisiva.Além disso, refletir sobre as raras chances que pessoas como eu tiveram, me ajuda a valorizar ainda mais tudo o que passei por lá. Foi ao mesmo tempo um choque cultural e uma grande emoção vivenciar todos os dias do período que passei como estudante em Gadsden, que, apesar de ser uma cidade de pequeno porte, ofereceu-me bons colegas de profissão e amigos para uma vida inteira.

Programa CAPES/FIPSE

Lídia dos Santos Ferreira de Freitas - EUA/University of Montevallo, 
Montevallo


Estudo Letras na UFG e já sou professora de Inglês. A experiência acadêmica em um país de língua inglesa era de grande interesse profissional pra mim. Durante o período do intercâmbio fiz 3 matérias em Montevallo: Redação, Francês 1 e Filosofia 1. O que fica de positivo é, antes de tudo, a experiência pessoal. O contato com a nova cultura, com os novos valores e com você mesmo diante do novo. O intercâmbio é no fundo um aprendizado sobre si mesmo. Em segundo lugar vem a experiência acadêmica, que foi muito valiosa pra mim. Perceber e compreender a diferença, o modo como o outro investiga, faz ciência e educa (que é sempre diferente do nosso, em qualquer parte do mundo) foi muito interessante.
A outros estudantes, que têm interesse de fazer um intercâmbio, eu diria que este é um evento que afeta a pessoa profundamente, uma chance única. O que eu diria para um futuro intercambista, no entanto, é que esteja preparado para o diferente e para a possibilidade de as coisas não irem exatamente como no plano inicial . A riqueza da experiência está mesmo nesses saltos e tropeços.

 



 

John César de Jesus Pereira - EUA/Gadsden State Community College
 

Fui motivado a estudar no exterior pela necessidade de aprimorar minha língua estrangeira (Inglês), uma vez que na Universidade minha licenciatura se dará para tal língua. Minha experiência no exterior foi extremamente produtiva pois, além de poder conviver e aprender com pessoas de culturas muito diferentes da minha (havia gente de toda a parte do mundo no local em que fiquei), pude aprimorar meu inglês de uma forma muito natural, dentro da cultura que envolve tal língua. Por mais que os professores sejam bons ao ensinar uma língua estrangeira, o uso dela na sala de aula se dá de maneira artificial, pois o ambiente é artificial, ao contrário de quando se está em um país estrangeiro.Aos estudantes que têm interesse em estudar no exterior eu diria que é uma experiência muito válida, não só para o profissional mas também para a formação pessoal, conhecer outra cultura é conhecer uma nova maneira de se ver o mundo.

 

Programa CAPES/FIPSE

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Mariana Fernandes Pavezzi - Amherst (Massachusetts) – Estados Unidos

O que me motivou foi a oportunidade de aprendizado e enriquecimento do meu currículo acadêmico e de aprimorar os conhecimentos na língua inglesa e na cultura norte americana. Uma grande oportunidade para aprimorar os meus conhecimentos na área de planejamento urbano e regional. A minha carga conceitual e sobre as ferramentas e elementos do planejamento urbano foram aprimoradas e vividas na prática. Alem de melhorar a minha proficiência na língua inglesa. Estudar no exterior aprimora o currículo acadêmico e os conhecimentos relevantes a área de estudo. Ao mesmo tempo, estar inserido em uma cultura diferentes o faz viver na prática o tipo de vida e língua falada no país do intercâmbio. Algo que mão se resume apenas a conhecimento acadêmico, mas algo que e levado para a vida pessoal.

 

Programa CAPES/FIPSE

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Vinicius Costa da Silva - Estados Unidos – Morehead-KY

O que me motivou foi o programa de jazz que a universidade americana oferece. O que mais gostei foram os aprendizados musicais, as práticas de big bands e grupos menores como trio, quarteto, a experiência de poder fazer arranjos e gravar composições próprias. Eu digo para os estudantes que se eles tiverem algum interesse na área do jazz, Morehead State University é um excelente lugar para estudar.

 

Programa CAPES/FIPSE

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João Pedro Tavares Damasceno

O que me motivou foi a possibilidade ampliar meus horizontes, conhecendo uma nova cultura e um sistema educacional, político e econômico diferente do Brasil. O que mais gostei foi a diversidade cultural de alunos intercambistas, a estrutura incrível da universidade e os lugares inesquecíveis que tive a oportunidade de conhecer.Dedicação, paciência e responsabilidade são três qualidades que todo estudante que pretende estudar no exterior precisa ter. Além disso, as dificuldades são muitas, mas certamente os benefícios gerados pela experiência não tem comparação.

 

Programa CAPES/FIPSE

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Rodrigo Antonio dos Santos - Estados Unidos – Amherst - MA

O que me motivou foi o interesse em conhecer e aprender outras culturas, outros lugares, outras ideias. Assim como o aperfeiçoamento da língua estrangeira. A rica e única experiência de estudar em outro país tendo a oportunidade de conhecer novas visões sobre a disciplina cursada no Brasil e no exterior. O que mais gostei foi o aperfeiçoamento da língua estrangeira, a rica cultura e conhecimento adquiridos e as boas amizades. Eu diria para “irem fundo” porque é uma experiencia única na vida de um estudante. Principalmente para aqueles que são curiosos com o mundo e suas peculiaridades. A experiência no exterior é algo que só enriquece o estudante tanto em termos profissionais, culturais e principalmente pessoais.

 

 Programa CAPES/FIPSE

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Ana Letycia Basso Garcia - Estados Unidos 

Acredito que o que teve maior resultado no meu desenvolvimento pessoal e profissional foi o convívio com outras pessoas, de diferentes culturas, línguas e comidas. Essa vivência me ensinou a respeitar diferentes pontos de vista e a entender diferentes sotaques, além de aguçar a minha curiosidade e me fazer buscar explicações para várias coisas que para mim, antes eram inaceitáveis. Além disso, a convivência com outro sistema de ensino, mais prático, me ensinou a avaliar o cotidiano e procurar soluções rápidas para problemas cotidianos. 

 

Programa CAPES/CsF

luma

Luma Tatiana Silva Castro - Laramie, Wyoming, Estados Unidos

A minha grande motivação para estudar no exterior foi sempre a qualificação profissional que esta experiência iria me proporcionar. Ter em meu currículo o nome de uma instituição internacional sempre foi meu grande propósito. Em meu ponto de vista, o intercâmbio de conhecimentos entre Brasil e Estados Unidos é de extrema relevância em minha área. Aprender técnicas que estão sendo usadas nos Estados Unidos e compará-las ao que esta sendo feito no Brasil permite-me uma nova perspectiva da minha área, tornando-me um profissional mais completo. O ganho cultural e aprimoramento do inglês também são extremamente relevantes neste processo e tiveram papel relevante para que eu tomasse a decisão de estudar fora. Acredito que eu me tornei mais patriota. Hoje eu reconheço e tenho orgulho de dizer que sou cidadã brasileira. Estar imerso em uma nova cultura me fez valorizar a minha própria. Divulgar para americanos e outras cidadanias o que é o Brasil, fez de mim uma pessoa mais consciente sobre o meu próprio pais. Cada experiência vivida aqui eu me proporcionou ganhos imensuráveis. O contato com diferentes culturas, a língua, o estudo.. cada pequena coisa vivida aqui me afetou positivamente. Novas perspectivas surgiram, novas teorias sobre o mundo, sobre o meu curso... tudo aqui foi ganho, não houve nada que eu não desgostei. Cada barreira posta me fez aprender que não ha limites quando se quer com vontade. Conseguir ultrapassá-las podendo saborear o gosto de superação e vitória foi maravilhoso!Para viver a experiência plena do intercambio você deve estar preparado para enfrentar dificuldades e saber lidar com elas da melhor maneira possível. As dificuldades são diárias: do diálogo com o caixa de supermercado por um produto que você não sabe o nome às aulas que você assiste e tem que entender para fazer os exames. O diferencial de um intercambista bem-sucedido é não ter vergonha perante as dificuldades que vão surgir. É preciso encará-las da forma mais positiva possivel para poder se maravilhar com essa grande experiência profissional e pessoal.

 

Programa de Intercâmbio Acadêmico Ciência Sem Fronteiras

eduardo

Eduardo Horst Diaz Quijano - Regina, Saskatchewan, Canadá

O que me motivou foi a possibilidade de testar os meus conhecimentos e nível de aprendizado usando como parâmetro uma instituição estrangeira. O mais importante foi perceber que apesar da superioridade estrutural da instituição em que estou, o nível de ensino pode ser considerado o mesmo, apesar de usar sistemas de ensino muito diferentes. Façam uma boa análise dos cursos aos quais vocês querem fazer no exterior, em especial aos pré-requisitos, o sistema de ensino de outro país é muito diferente do sistema brasileiro, incompatibilidade de grades e até de nível de aprofundamento de certas disciplinas precisam ser cuidadosamente analisados.

 

Programa de Intercâmbio Acadêmico Ciência sem Fronteiras

elisa

Elisa Soares Ferreira Cruz | Morgantown, West Virginia, USA

Sempre quis fazer intercâmbio, então surgiu a oportunidade do Ciência sem Fronteiras, que me oferecia uma bolsa muito boa e ótimas condições. Sempre quis estudar no exterior para ter uma visão de mundo mais ampla, conhecer outras culturas e pessoas, praticar outra língua, sair da zona de conforto e viver em uma realidade diferente. Foi uma experiência de vida inesquecível. Amplia a visão de mundo, te faz olhar para sua realidade com outros olhos, amadurece seus pensamentos sobre outras culturas e sobre a sua prória, é uma evolução de conhecimento. Digo a quem pensa em fazer um intercâmbio para procurar uma oportunidade, como o Programa Ciência sem Fronteiras, e não deixar de fazer, porque vale muito a pena. Estudar outra língua e não ter receio de fazer os testes de proficiência. É uma experiência, no mínimo, enriquecedora.

 


PROGRAMA CAPES-FIPSE

alexandre arthur

Alexandre Arthur Silvestre Vaz | Huntington, West Virginia, Estados Unidos

As principais motivações foram a experiência de morar fora do país, ter aulas e ver como os alunos são ensinados num país que é referência no ensino da performance musical. O que mais gostei foi sem dúvida a experiência de morar fora e ter feito os amigos que fiz. Essa experiência me fez amadurecer muito e perceber que o perfil do estudante brasileiro não está abaixo do perfil do estudante estadunidense, principalmente quanto ao interesse e a aptidão. Vale muito a pena estudar no exterior. A experiência é singular e de acréscimo pessoal e profissional integral. É uma oportunidade de conhecimento que não tem preço.

 

Programa de Intercâmbio Acadêmico Ciência sem Fronteiras

Natália Vitória

Nathália Vitória Araújo | Lexington, Estados Unidos

O que me motivou foi o enriquecimento do currículo, a oportunidade de conhecer uma nova cultura e um novo método de ensino, além de praticar outro idioma. Acredito que o que mais tirei proveito da experiência foi a convivência com outra cultura, ter que me adaptar, um pouco a cada dia, à nova cultura. Não hesitem! É a melhor experiência que já vivi até agora. Se esforcem e não deixem a oportunidade passar. 

 

Programa de Intercâmbio Acadêmico Ciência sem Fronteiras

Priscila Cabral

Priscila Cabral Silveira | Missoula, Estados Unidos

Fiquei motivada pela qualidade de ensino no exterior bem como a grande oportunidade de formar uma rede profissional internacional. Gostei muito da organização da universidade, qualidade de ensino e a atenção dada aos estudantes estrangeiros. Além disso, a oportunidade de conhecer culturas do mundo inteiro em um só lugar. Se você tem interesse em estudar no exterior, faça-o. É uma experiência indescritível. Você terá benefícios tanto acadêmicos, profissionais e pessoais. Conhecer diferentes culturas, conhecer sistemas de ensino e trabalho diferentes abrem a mente e te deixam com vontade de conhecer um mundo que vai além do seu.

 

Programa de Intercâmbio Acadêmico Ciência sem Fronteiras CNPq

Ariel Aleksandrus

Ariel Aleksandrus Rosa Bonome | Nanaimo, Canadá

O que me motivou foi a experiência internacional. Conhecer pessoas de outras culturas, praticar o inglês, ter mais independência, ter contatos em outro país. Gostei mais de ter entrado em contato com as diversas culturas que compõe o Canadá, e aprendido sobre a história e o modo de pensar dessas pessoas. Tive contato com a cultura canadense, indiana e árabe. Realmente vale a pena. É uma ótima experiência. Abre muitas portas para o seu futuro profissional, além de ajudar a entender as diferentes formas de agir e pensar de pessoas de outros países.

 

Programa de Intercâmbio Acadêmico Ciência sem Fronteiras

Jordana Maria

Jordana Maria Azevedo | Estados Unidos

 

Eu queria muito ter independência e poder criar maturidade pessoal e acadêmica. Eu queria muito conhecer o outro lado: a educação de 1º mundo, ter oportunidade de ver com meus próprios olhos a tecnologia de ponta que só ouvia falar, queria poder conhecer grandes pesquisadores e escutar o que eles tinham a me dizer. Ganhar experiência das dificuldades que o mundo real oferece pra eu poder me tornar uma profissional não só capacitada tecnicamente, mas preparada pras dificuldades e obstáculos que a vida pode trazer. O que eu mais gostei foi poder aprender a me virar sozinha, passar por cima das dificuldades, aprender a estudar efetivamente, poder aproveitar o que o professor tem a dizer. Adorei aprofundar em matérias excelentes para o meu curso que aqui no Brasil os professores só passaram por cima. Adorei aprender sobre o lado comercial e administrativo que o cientista deve ter e que eu não tinha noção até então. Gostei de poder fazer atividades que não fazem parte da minha grade curricular mas que me ajudaram a reduzir o estresse e na integração e entendimento da comunidade como Natação e Introdução ao Aconselhamento (um ramo da psicologia). O mais importante é ter força interior para poder suportar os desafios, contornar possíveis frustrações para poder ser bem sucedido em um intercâmbio. É necessário ter confiança em si próprio e na sua língua estrangeira. Ter que ser aberto a mudanças, aberto as diferenças e saber lidar com a saudade. É necessário também ter uma boa noção das matérias básicas, como biologia, matemática, química. Tem que saber ser humilde e anotar qualquer coisa interessante ou possíveis dúvidas e resolver com o professor. Vergonha e timidez não é muito bem-vinda.

 

Programa de mobilização AUGM - Asociación de Universidades Grupo Montevideo

 

Cheyenne Hirata de Sousa – Argentina, San Miguel de Tucumán

Curso: Agronomia 

 

Não só para um crescimento profissional, mas, também para crescimento pessoal na descoberta de uma nova cultura e idioma. Apesar da similaridade com o português. Minha motivação maior foi obter experiência internacional e com isso ter fluência no idioma no país de destino (Argentina). Além de, conhecer a forma como é vista a agricultura e pecuária em outro país, e desse contato poder trazer melhorias para o meu estado e país. Aos interessados em estudar fora percam o medo e aventure-se. Nada é tão difícil quanto parece. Ter contato com uma nova cultura, com pessoas da sua idade, mas com uma visão totalmente oposta da sua, não gera discussão e sim aprendizado. Sair do conforto da sua casa e ter a experiência de viver com pessoas de outros países todas diferentes, porém, com ideais em comum aos seus, é gratificante.A experiência de morar fora é incrível. As possibilidades, os contatos são extraordinários.

 

Bolsa AUGM

Geiciane Cintra de Souza - Esperanza, Argentina Província de Santa Fé

Curso: Disciplina de cultivos Intensivos e estágio obrigatório.

 

O que me motivou foi o contato cultural e melhor aprendizagem da língua estrangeira. O que mais gostei foi o contato com diferentes profissionais, e manejo diferenciado devido ser uma região bastante diferenciada da região já estudada. Vale muito a pena, pois a experiência , o crescimento profissional e contato com a cultura diferente te torna uma pessoa melhor qualificada para situação diferentes  que poderão surgir na vida de um profissional.

 

Programa de Movilidad Mercosur

rafaelagoncalves

Flávia Gonçavels - Professorado em Letras | Universidad Nacional de La Pampa - Santa Rosa, Argentina

Fui motivada primeiramente pela possibilidade de conhecer outras realidades sociais, depois as infinitas possibilidades de conhecimento que esta experiência poderia proporcionar-me, como aprender outra língua, estudar conceitos distintos, frequentar outro ambiente de pesquisa e produção acadêmica. Aprendi a ouvir mais, a ser mais complacente e pensar muito antes de falar. Mais além de aprender outro idioma, aprendi a viver com outra cultura e forma de pensamento. Outro aspecto importante da experiência foi como passei a valorizar muito mais as pessoas que deixei no Brasil e o meu país. Eu diria aos interessados em fazer intercâmbio que busquem realizar este objetivo o mais rápido possível! Creio que todos deveriam ter a chance de viajar, conhecer lugares e ideias diferentes, fazer amigos, comer outras comidas. Aconselho que estejam sempre atentos aos seus estudos, se esforçando para fazer parte de projetos de pesquisas, participando de congressos e estudando algum idioma estrangeiro, pois as oportunidades geralmente partem destes contextos.

 

Programa de Intercâmbio Acadêmico em Portugal - Estágio

Bruno Vieira Cordeiro - Portugal  

A chance de conhecer uma outra realidade na minha área de estudos de maneira a ampliar nossos conhecimentos e horizontes, além da oportunidade de estar inserido em uma outra cultura, foi o que mais me motivou a estudar no exterior. Gostei das visitas técnicas a empresas industriais e laboratórios que foram organizados pela instituição que nos recebeu. Com elas foi possível aprender bastante sobre a realidade do sustento elétrico Português e consequentemente europeu. Com esses conhecimentos agregados pudemos questionar e entender melhor várias características do nosso sistema elétrico. Diria para os outros estudantes que é uma experiência única a vida de uma pessoa, não só academicamente falando, mas também como uma experiência de vida, onde há todo tempo se aprendem coisas novas.

 

Programa de Intercâmbio Acadêmico em Portugal - Estágio

Cláudio Henrique Santana – Portugal

O que mais me motivou foi conhecer a aplicação da engenharia nos países de primeiro mundo, em especial Portugal, que é referência no que se diz respeito à energia renovável. As visitas técnicas aos centros produtores e distribuidores de energia, foi uma das experiências que mais gostei. Durante estas visitas, eram ministradas palestras que nos expunham as ideologias e metodologias adotadas pelas empresas. Eu diria para outros estudantes que é essencial para a formação pessoal e profissional. Estudar no exterior nos da oportunidades de conhecer pontos de vistas diversos acerca da nossa profissão, oportunidades de vincular contatos além de estar em contato direto com uma cultura diferente. Pode-se dizer que é um aprendizado constante.

 

Programa de Intercâmbio Acadêmico em Portugal - Estágio

Vanessa de Castro Almeida – Portugal 

O que mais me motivou a estudar no exterior foi a necessidade de adquirir mais conhecimentos. O que mais achei relevante foi a convivência intensa com um grupo de colegas, fazendo um aprimoramento moral e acadêmico fantástico. Eu diria para os outros estudantes que têm o interesse em estudar no exterior que com muito esforço, dedicação e vontade será a melhor experiência acadêmica de suas vidas.

 

Programa de Intercâmbio Acadêmico - Portugal

 

 

 

Priscilla Santos Ferreira - Portugal/Faro  

O que me motivou a estudar no exterior foi a vontade de conhecer a realidades diferentes no âmbito da saúde e cultural. O que tirei de mais relevante foi ter a oportunidade de conhecer um hospital de grande porte europeu, as amizades feitas, os diversos locais visitados, até as dificuldades foram relevantes para me tornar a pessoa que sou hoje. A maturidade vem de forma rápida e natural quando fazemos um intercâmbio. Eu diria para os alunos interessados em fazer intercâmbio que façam o que for preciso para realizar esse sonho. É a experiência mais interessante que uma pessoa pode ter na vida. Conhecer outras realidades faz você dar valor ao que tem e querer melhorar o ambiente em que você vive.

 

Programa de Intercâmbio Acadêmico - CAPES/BRAFITEC.

Ana Carolina Toberge Santana da Costa - França/Toulouse

O que me motivou a estudar no exterior, foram as oportunidades de expandir os conhecimentos na área, melhorar meu curriculum profissional e também conhecer novos países e abrir meus horizontes. O que mais gostei dessa experiência foi sem dúvidas, o crescimento pessoal durante a trajetória. Aprender a lidar com as adversidades sozinha, e ter sucesso nas tentativas, isso foi muito importante. Eu diria para outros estudantes que têm interesse em estudar no exterior terem dedicação! Dedicar-se é essencial para o sucesso no exterior. A experiência é incrível mas também deve ser encarada com responsabilidade, portanto a seriedade e comprometimento com o projeto também são essenciais. 

 

Programa de Intercâmbio Acadêmico - CAPES/BRAFITEC.

Victor Meiwa Nakamura - França/Estrasburgo

Meu maior incentivo em estudar no exterior, foi saber que fora posso adquirir um aprendizado suplementar que não teria oportunidade em minha universidade, bem como a experiência de vida que abrange o conhecimento de uma nova cultura e suas adaptações. Enfim, uma busca de um diferencial em minha formação profissional.Em minha experiência destacaria a capacidade de se integrar em um ambiente diferente, se adaptar a uma nova cultura, e desenvolver atividades de profissionais em um país diferente. Eu diria que é preciso acreditar, correr atrás do que se quer, pois existem várias oportunidades perdidas muitas vezes por medos. O estudante brasileiro é flexível e se adapta bem em lugares diferentes.

 

Programa Erasmus Mundus-ISAC

Thaisa - Braga/Portugal

Conclui o curso de Pedagogia final de 2009, sendo a colação em Março de 2010, fiz o curso na UFG-Campus Jataí. Com muito esforço consegui passar no programa de intercâmbio Erasmus Mundus-ISAC (primeira turma) o qual só tinha duas vagas na área de licenciatura. Foi uma oportunidade ímpar, visto que não teria essa oportunidade se fosse por conta própria. Soube aproveitar cada oportunidade que uma Universidade Federal oferece, desde de bolsas de apoio ao estudante, projetos, intercâmbio. Desde o ensino médio eu tinha vontade de fazer intercâmbio. Via outras colegas que já haviam ido e pensava: “um dia eu vou”, só não sabia como e quando alcançaria esse objetivo. Como aluna de graduação, visitava continuamente o site da Coordenadoria de Assuntos Internacionais da UFG (CAI), certo dia encontrei essa oportunidade de seleção. Me inscrevi e fui aprovada em primeiro lugar. Não me cabia em mim de tanta felicidade. O destino escolhido foi a cidade de Braga - Universidade do Minho, na qual a área da Educação Infantil é considerada “o berço”, sendo a área que eu mais gostava no curso. Fiz todas as disciplinas relacionadas a infância, as quais não eram oferecidas no curso de Pedagogia no qual eu cursava. Passei seis meses em intercâmbio, aproveite cada momento, cada oportunidade que a Universidade do Minho (Uminho) me ofereceu. Participei de três congressos direcionados a área de pesquisa que me interessava. No primeiro mês foi difícil administrar a saudade da família. Entretanto, fiz muitas amizades na residência Universitária Santa Tecla, as quais me ajudaram dando apoio e força para vencer a saudade. Acredito que as residências universitárias são o melhor lugar para se ficar, pois ali você convive com pessoas do mundo todo, fazendo novas amizades. Depois que voltei ao Brasil, não deixei de manter contato com os colegas e com determinados professores da Uminho. Ao sair o edital para o Mestrado em Educação da Infância – Área de Especialização em Supervisão e Pedagogia da Infância – resolvi me inscrever e fazer a seleção. Fui aprovada em terceiro lugar. Estou voltando para lá no dia 12 de Outubro/2010, momento em que as aulas do mestrado começarão. Agradeço a oportunidade de ter participado do intercâmbio, o qual me proporcionou ingresso ao mestrado.

 

Programa CAPES/BRAFAGRI

Gabriella Queiroz de Almeida - Angers/França

Sempre tive vontade de ir para o exterior para melhorar o meu currículo, aprender realmente a língua francesa, conhecer outros lugares, culturas e pessoas e estudar viticultura e enologia em um país que tem a produção de vinhos como tradição e paixão, em sua agricultura. A cultura é tão diferente que é algo que impressiona! Antes eu não sabia como agir com os estrangeiros que iam ao Brasil, agora eu sei. O meu currículo de agrônoma agora está completo, conheço todas as áreas vegetais, inclusive produção de uva e vinho. Falo fluentemente francês, mas tenho o dever de falar inglês fluentemente também. Estudar fora é ótimo, conhecer pessoas e culturas novas é ótimo, mas o nosso país é a nossa casa. Ver o nosso país de longe mostra que ele tem muitas qualidades e que você pode mudar os seus defeitos. Vale muito à pena, tem que ter paciência e humildade para lidar com pessoas tão diferentes, tem que ter um pouco de sangue frio para aproveitar essa oportunidade e deixar a saudade de lado, se você deixar a saudade entrar de mais você não irá aproveitar essa oportunidade, que é única e maravilhosa para o seu futuro em todos os sentidos. Faça estágio antes de começar as aulas, você se acostuma com a língua, com os hábitos, com a cultura, muitas vezes passeia, ganha uma família e não gasta quase nada nesse período. Porque depois você irá conviver mais só com os jovens aí você não vê a verdadeira cultura. More perto da escola, de preferência com pessoas que falem a língua do país, porque assim você será obrigado a falar sempre. Vá com o intuito de mostrar ao mundo (porque você vai conhecer pessoas de todo o mundo) o que o Brasil, e principalmente Goiânia, tem de melhor, as pessoas só conhecem São Paulo e Rio de Janeiro, mostre Goiânia-Goiás. 

 

Programa de Intercâmbio Acadêmico

Renato Pereira Baête Santos - Graz/Áustria

A minha motivação em participar desse intercâmbio baseou-se, basicamente, em dois fatos. O primeiro é o fato de o intercâmbio permitir uma experiência profissional valiosa, visto que nos leva a conhecer outros locais de ensino e pesquisa diferentes do nosso. A Universidade de Tecnologia de Graz o fez de forma bastante satisfatória, haja vista a excelente estrutura existente nessa universidade e o grau de excelência com que são realizados o ensino e a pesquisa. O segundo é o fato de o intercâmbio promover uma experiência de vida riquíssima, ao passo que nos leva a relacionar com pessoas de locais tão distantes e diferentes do nosso, mostrando-nos as diferenças existentes entre as culturas e a importância de se saber lidar com as mesmas. Os novos conhecimentos obtidos na área profissional foram muito importantes, tanto aqueles relativos à própria universidade quanto aqueles relativos às fábricas de geradores e transformadores e à subestação de energia elétrica que visitamos. Conhecer o modo pelo qual são realizadas as atividades profissionais relativas à Engenharia Elétrica na Áustria significou um importante acréscimo para mim. A experiência pessoal proporcionada pelo intercâmbio também acrescentou muito a mim. Para aqueles que têm o interesse de estudar no exterior, eu diria que essa é uma experiência muito valiosa, que vale muito a pena. Sugiro que, assim que tiverem a oportunidade, aproveitem-na o máximo que possível, lembrando sempre da importância de se levar a sério os trabalhos e atividades, com pontualidade e honrando sempre os compromissos assumidos.

 

Programa CAPES/BRAFITEC

Sofia Leão Carvalho - França/Toulouse

Minha maior motivação em fazer um intercâmbio foi a vontade de ter uma experiência acadêmica em instituições de ensino e pesquisa tecnológica de referência, conhecer novas culturas e aperfeiçoar o idioma, possibilitando futuramente uma rápida integração no ambiente de pós-graduação.
Achei muito importante o convívio acadêmico dividindo dificuldades e experiências tanto com os estudantes franceses e estrangeiros, praticando não só a lingua francesa mas também conhecendo outras línguas e técnicas de ensino e aprendizagem. Outro aspecto relevante foi a metodologia de ensino do instituto, um tanto diferente da aplicada aqui, e a diversidade de atividades extra classe onde os alunos são tão empenhados quanto nas suas atividades normais no curso.
Eu diria que é uma experiência única e enriquecedora, e o aluno deve levar essa idéia adiante para tornar o intercâmbio real. O contato direto com o nativo e os outros estrangeiros é essencial no processo de aprendizagem, além de ser colocado em contato direto com culturas diferentes. O intercâmbio é uma ferramenta muito importante para construir o currículo de uma aluno que em breve se ingressará no mercado de trabalho, portanto, o aluno deve desfrutar ao máximo das suas oportunidades enquanto estiver no país e fazer suas escolhas com sabedoria, para ter uma chance de poder voltar, quem sabe um dia.

 

Convênio entre UTL/UFG

 

Marcelo Costa de Sousa - Universidade Técnica de Lisboa/Portugal

Sempre tive interesse em estudar fora, primeiramente e principalmente pela experiência de vida que se adquire, além disso, tinha vontade de saber como as pessoas aprendiam as matérias do meu curso, Engenharia Elétrica, em outros lugares do mundo. A capacidade de se adaptar a diferentes situações o tempo todo e a habilidade de se relacionar com pessoas de cultura, idéias e hábitos diferentes dos seus, sempre mantendo a cordialidade e o respeito às diferenças, foram as coisas mais relevantes que tirei desta experiência. Eu diria que tudo vale a pena em um intercâmbio. Desde juntar toda a documentação para se inscrever no programa até as dificuldades do dia-a-dia, saudade, provas em outra lingua... Colocando tudo isso em uma balança, na minha opinião, os benefícios são muito maiores.

 

Programa de Cooperação IPB/UFG

Clariça Rodrigues Soares - Istituto Politécnico de Bragança/Portugal

O que me motivou a estudar no exterior foi a possibilidade de ampliar meus horizontes, conhecer novas culturas, aprimorando meus conhecimentos e melhorando meu curriculum. O crescimento pessoal é o maior benefício que o intercâmbio proporciona. Conhecer novas culturas e aprender a lidar com o novo também é muito importante para o aprimoramento profissional. Para realizar tal experiência é importante ser uma pessoa desprendida, que não tem medo de encarar desafios e não tem medo do novo. É algo que vale a pena ser vivido, porém é importante ter objetivos bem delimitados e ir em busca de tais objetivos.

 

Convênio Luso-brasileiro

Rafaela Rocha Lopes - Universidade Técnica de Lisboa/Portugal 

Primeiramente ouvi falar muito bem da experiência de morar e estudar fora das pessoas que já fizeram isso. Segundo achei que seria um bom diferencial no mercado de trabalho. Ouvi falar desse convênio e vi uma oportunidade muito boa de conseguir estudar fora. Pensei principalmente na instituição pra onde fui, que é uma instituição de renome em Portugal. Por ser a maior escola de engenharia de todo país me atraiu muito a idéia de fazer uma parte dos meus estudos lá. Também houve a facilidade da língua. A experiência foi realmente incrível. Estudar fora, num país onde eu não conhecia nada nem ninguém foi muito importante para meu crescimento. O melhor de tudo foi ver como na volta para o Brasil eu havia mudado e amadurecido. Mudei minha maneira de agir e resolver problemas. Me tornei uma pessoa muito adaptável e flexível.
Frequentar todas as aulas e manter um bom contato com todos os professores é muito importante. Quem sabe eles não poderão ajudar você a voltar no futuro? Trazer para o Brasil tudo que puder. Todo conhecimento, toda novidade e todas as ideias que tivermos enquanto estivermos fora porque tudo será bem-vindo e aproveitado. E lembrar que não é somente uma experiencia acadêmica. É também pessoal. É a maneira mais eficiente e rápida de mudar e crescer. É quando aprendemos a enfrentar nossos problemas e resolvê-los. A pensar rápido, a ser prático. Tudo isso são experiências que farão a vida de qualquer um mudar. É um diferencial no mercado de trabalho.

 

Programa de Intercâmbio Acadêmico

Ciro Ribeiro Rocha - Université de Liège/Bélgica, Liège 

Acredito existir um ponto na nossa vida em que é necessário respirar novos ares e sair um pouco do lugar comum. Foi esse pensamento que me motivou a estudar no exterior e viver a mais intensa e interessante época da minha vida. Hoje vejo a escolha de ir para outro país como a mais importante e inteligente por mim já tomada, dado todo o crescimento que essa vivência proporciona, em todos os sentidos. Hoje, as lembranças são muitas: chegar em um lugar desconhecido e ser desconhecido por todos, dos momentos de solidão, cansaço e do aprendizado. Das descobertas de lugares, pessoas e novas experiências... Ir para Liège foi como nascer outra vez, crescido e com muito a crescer. Eu poderia destacar todas as coisas que aprendi em nível acadêmico e o quanto elas serão úteis para minha vida profissional, ou sobre o aprendizado de um outro idioma, mas sem dúvida o que levarei para minha vida de mais intenso será o aprendizado cultural e o conhecimento sobre mundo e vida adquiridos: jantar com gregos, entender mulçumanos, jogar futebol com espanhóis, pizza com italianos, poker com alemães...Uma convivência multicultural incrível, que me fazia lamentar, por vezes, o fato de que nem todo enxerga essa oportunidade. Enfim, se por alguma vez você pensou em estudar em outro país é porque existe essa necessidade latente. Não exite.

 

Programa de Mobilidade Estudantil

Laura Rincon - Intercâmbio na Universidad Autonoma de Barcelona

Minha motivação de estudar no exterior partiu de uma experiência que meu irmão mais velho realizou na Universidade de Coimbra, Portugal. Após seu retorno, foi visível o crescimento pessoal e profissional que esta experiência o proporcionou. Partindo disto, eu criei um desejo de participar de uma experiência similar, e então comecei a buscar destinos reconhecidos na minha área de estudos. Após uma palestra de uma professora de Publicidade que havia estudado em Barcelona, juntamente com a volta de outra professora que havia feito um mestrado na UAB, eu decidi que esta Universidade tinha o perfil do que eu procurava, juntamente com os atrativos da cidade, para que eu pudesse ter uma estadia agradável. A experiência em geral e única, não há como selecionar um ponto que eu mais tenha gostado. Todos passamos por dificuldades, isto é fato quando se está em um outro país que fala outra língua e vive uma outra cultura, mas creio que até mesmo as dificuldades tiveram seus pontos positivos para me ajudar em um amadurecimento. Viver em torno de pessoas do mundo todo, com culturas totalmente diferentes é uma coisa incrível, não só aprendemos um pouco de cada país, cada pessoa, como aperfeiçoamos muito o inglês e espanhol. Voltar com o domínio destas duas línguas é um ponto muito relevante para mim, porém não descarto o nível do ensino na Universidade na qual estudei. Passar por uma experiência como esta me fez ver o quanto temos para aprender e viver, que o mundo é muito além daquilo que nos cerca, o que me dá a cada dia mais vontade de me superar, saber que posso alcançar coisas muito maiores do que imaginei, o que me incentiva a estudar e buscar cada vez mais um aperfeiçoamento profissional. Para qualquer estudante que tenha interesse em estudar no exterior eu só posso apoiar e dizer o quanto vale a pena. Creio que inicialmente não é fácil para ninguém, eu posso dizer até mesmo antes de ir, pois documentações, convênios e tudo mais, tudo isso toma tempo, muitas vezes pode dar vontade de desistir, e mesmo quando chega lá, ainda possui muitas partes burocráticas, é necessário uma adaptação com tudo, clima, língua, cultura, comida, porém tudo isso não é nada perto de tudo de incrível que isto tem a oferecer. É sem dúvidas a melhor experiência da minha vida, é notável o quanto voltei mais madura, mais segura e sem dúvidas com um grande acréscimo profissional.

 

Programa ISAC - Erasmus Mundus

Gabriel Adams Castelo Branco de Aragão - Intercâmbio na Facultat de Formació de Professorat – Universitat de Barcelona

Muitas pessoas me disseram, assim que voltei do intercâmbio, que estudar na Universitat de Barcelona foi um acréscimo muito importante ao meu currículo acadêmico e vitae, principalmente. Por ser professor de espanhol, aqui no Brasil, estudar na Espanha e visitar as principais cidades desse país, sem dúvida, me enriqueceu cultural e linguisticamente, o que com certeza me ajuda em minhas práticas acadêmicas e profissionais. No entanto, me parece que essas muitas pessoas não sabem de algo muito maior que aprendemos, quando saímos do Brasil, sozinhos, para morar fora por muito tempo: aprendizado de vida. Nossa cabeça, previsível, desde o aeroporto já começa a mudar. As sensações pelas quais passamos, desde o dia da saída até o dia da volta, são verdadeiros furacões. Os pensamentos de pessoas de outras culturas, o ritmo de vida, a lógica de cada grupo, cada gueto, cada comunidade, a arte de cada um e cada uns. Crescemos, sobretudo, enquanto seres humanos, não apenas no âmbito profissional, acadêmico, estrutural, formal. O mais importante, para mim, foram as experiências pessoais, espirituais, que engradeceram o homem que sou, outro de seis meses atrás.

 

Programa ISAC - Erasmus Mundus

Anna Paula de Oliveira - Universidade de Leiden, na Holanda

Sou estudante de Pedagogia da Universidade Federal de Goiás, estou no último período, e depois de muito esforço consegui esta esta vaga de intercâmbio para estudar durante seis meses na Universidade de Leiden, na Holanda, sendo bolsista do Programa Erasmus Mundus-ISAC. Com certeza uma oportunidade única na minha vida, sendo que não teria condições de estudar em outro país com meus próprios recursos. É incrível conviver com outra cultura, conhecer pessoas de todas as partes do mundo, outros métodos de ensino, enfim, é um grande enriquecimento pessoal e profissional. Pelo caminho encontramos muitas dificuldades, nem tudo saí como planejado, a saudade é muito grande, surgem momentos de solidão, ter que controlar seu próprio sustento não é tão fácil, mas acreditem tudo isso faz parte do nosso crescimento e amadurecimento. É preciso ter força de vontade para mudar sua própria realidade, e se você tiver a oportunidade de estudar fora, não perca essa chance, é algo que está ao alcance de todos os estudantes, basta querer! Agradeço a oportunidade de dar este depoimento, isto é muito importante para motivar outros estudantes, aproveito para agradecer a toda a equipe da Coordenadoria de Assuntos Internacionais, que sempre me ajudou com tudo que foi preciso para eu chegar até aqui.

 

Programa ISAC - Erasmus Mundus

Facoltà di Lettere da Universidade de Trento na Itália

Estou muito feliz de participar do programa ISAC - Erasmus mundus. Como muitos estudantes,eu também tinha o desejo de viajar e estudar no exterior e pensava que esta seria uma realidade inatingível. Por não ter desistido desse sonho (e obviamente com o grande incentivo do pessoal da CAI) hoje posso dizer que é uma enorme realização poder estudar na Facoltà di Lettere da Universidade de Trento na Itália. Acredito que a mesma oportunidade que me foi dada é a mesma que está aberta a todos estudantes que almejam estudar em outro país e que ás vezes o pequeno esforço de ir até a CAI ou ver seu WEB site pode ser determinante pra essa conquista.

 

Programa Bolsas Luso-brasileiras Santander Universidades

Thiago Lopes Rocha  Intercâmbio na Universidade do Algarve
Faro - Portugal

Sou graduando em Ciências Biológicas, licenciatura da UFG (8º período), e estou em intercâmbio na Universidade do Algarve (UnAlg), em Faro - Portugal. Estou morando num apartamento, juntamente com dois italianos do programa ERASMO. Essa situação foi e está sendo de grande proveito, pois posso dialogar com outros estudantes de ERASMO, por exemplo da Espanha, e com os demais graduandos e professores portugueses, sendo rica a experiência de intercâmbio cultural. Na UnAlg, posso cursar disciplinas de diversos cursos nas áreas biológicas, dentre esses o 1º ciclo de licenciatura em Biologia, Lic. em biologia marinha, e até aqueles de 2º ciclo, como o mestrado em aquacultura e pesca. Nesse último curso, as aulas são todas em inglês, possibilitando a aprendizagem e aperfeiçoamento da língua inglesa, tão importante para a comunicação e divulgação científica. Em acréscimo às disciplinas cursadas, estou estagiando no Laboratório de Toxicologia e Química ambiental da UnAlg. Esse ponto é de muita relevância, visto que é necessário aumentar as relações entre os centros de pesquisa brasileiros, como por exemplo o laboratório em que eu executei a bolsa de iniciação científica (PIBIBC - CNPq/UFG) - Laboratório de Comportamento Celular, e os laboratórios de outros países. Mesmo com as diversas vantagens do intercâmbio, confrontei-me com circunstâncias desfavoráveis, como a dificuldade para encontrar residência, visto que a UnAlg não disponibiliza alojamento, e os locais particulares são mais onerosos em relação àqueles da universidade. No mais, quero agradecer a todos aqueles que contribuíram e contribuem para o êxito do intercâmbio entre a UFG e outras instituições. Em especial agradeço aos meus pais e familiares, a coordenadoria da CAI e o gabinete de intercâmbio da UNAlg, a UFG, a UnAlg, a coordenação e secretaria do ICB/UFG, as orientadoras dos laboratórios de investigação científica, e o Banco Santander pelo apoio financeiro, pois sem o mesmo não teria condições de participar dessas relevantes experiências nos âmbitos culturais, sociais, educacionais e científicos.

 

Programa de Intercâmbio Acadêmico Internacional

Pedro Henrique Monteiro Celestino - Intercâmbio na Universidad de Granada-Espanha

Minha irmã já residia na cidade de Granada fazendo seu mestrado, ela havia me falado que a cidade era muito boa para viver e para estudar, com uma atmosfera estudantil muito boa. Por esses motivos resolvi entrar com o pedido para fazer parte do programa de intercâmbio internacional oferecido pela CAI. Do país o que mais gostei e vou sentir falta foram dos amigos que fiz ali, porque eu particularmente penso que um lugar não é nada sem pessoas boas. Da cidade com certeza o que mais vou sentir falta é o fato de me sentir morando em uma cidade pequena onde posso ir para todos os lugares caminhando e ao mesmo tempo ter acesso a tudo o que tenho em uma capital. Da instituição de ensino com certeza o que vou sentir falta é da infra-estrutura que está muito bem preparada para receber estudantes de qualquer parte do mundo. Digo aos outros estudantes da UFG que querem fazer intercâmbio que tendo oportunidade de fazê-lo, faça!

Marina Cronemberger Rangel

Marina Cronemberger Rangel - Argentina – Buenos Aires

Eu acho que todos um dia devem ter uma oportunidade de morar e estudar fora, ou que seja só para trabalhar (porque também além de estudar eu fiz estágio de 6 meses). É uma época de sua vida que você revê muitas coisas que acreditava e que não acreditava, é uma experiência muito mais de vida e que você vai levar e te marcar por toda sua vida, e que terá ótimas histórias para contar e se recordar! Adorei viver na Argentina, todos foram muito receptivos e amáveis. Na faculdade fiz amigos incríveis, que tenho certeza que se eu voltar daqui 5 anos ainda serão ótimas companheiras. A cidade é muito boa de viver, é uma realidade totalmente diferente da que eu vivia antes.

 

Ulliana Marques Sampaio - França, Avignon - Programa Ciência sem Fronteiras

O que me motivou a fazer intercâmbio foi o fato de ter a oportunidade de estudar em outro país na tentativa de aprender mais sobre meu curso, e observar quais eram as evoluções dentro do sistema industrial de alimentos. Além, de adquirir outra língua e conhecer outra cultura, o que permite também mais amadurecimento em vista do que o mundo pode oferecer.Se você quer realmente fazer um intercâmbio, faça, pois é uma ótima experiência. Mas tenha a consciência que é necessário a entrega completa de si para se adaptar a cultura, ao sistema de ensino e aprender a nova língua. Deve-se deixar a timidez, esteriótipos, conceitos ou preconceitos de lado para sentir-se integrado e poder estar mais susceptível as mudanças e ao aprendizado.

 

Programa de Intercâmbio Acadêmico Capes/Brafitec - INSA de Toulouse

Guilherme Wild Baiao Campos – França

Minha maior motivação é ser um profissional com uma visão global, com um nível de experiência e cultura aprofundado. Minha experiência foi completa em todos os sentidos. No nível universitário eu tive a oportunidade de estudar no INSA de Toulouse–França, junto com outros alunos franceses de engenharia civil, onde obtive aprovação em todas as disciplinas. No nível profissional eu aprofundei meu conhecimento em engenharia civil através de um estágio na multinacional Lhoist Research and Development SA, período em que morei Bruxelas-Bélgica. No nível cultural eu tive oportunidade de conhecer pessoas do mundo inteiro, viajei para cidades incríveis, e o fato de ter morado em 2 países durante esse período foi muito importante. Eu posso dizer a outros estudantes que têm interesse de estudar no exterior que esse é um momento único, onde você deve aproveitar para ampliar seu conhecimento e o seu nível cultural, nunca esquecendo os objetivos e as prioridades que temos na vida.

 

Programa de Intercâmbio Acadêmico em Portugal - Universidade do Minho

Patrícia Moraes Veado – Portugal 

Desde sempre tinha decidido que a minha vida teria que ter grandes experiências. No ano passando então, tive a oportunidade, por meio de um acordo entre a UFG e a Uminho (Universidade do Minho em Braga), para fazer um intercâmbio em Portugal. Igrejas, parques, teatro, faculdade, biblioteca, rua… Em Braga é impossível viver em casa. Mesmo no inverno, quando chovia muito e as temperaturas não passavam dos 10 graus, íamos passear nos parques, encontrar com os amigos, ver as luzes de Natal, e como era lindo passear nas noites que antecediam o natal. Aqui realmente se vive na cidade, fora de casa! O melhor é que não existe uma rotina, pois todo dia é novo, diferente! Diariamente se descobria e conhecia uma coisa diferente e a cada descoberta eu ficava mais encantada. Afinal, o intercâmbio é isso: Descoberta. (...) Termino esse intercâmbio sentindo-me muito realizada e satisfeita com o resultado. Posso dizer que hoje sou uma nova pessoa, esse tempo vivido aqui transforma qualquer pessoa, e considerando o tempo que eu vivi cá, posso dizer que foi grande a transformação, adquiri tanto conhecimentos acadêmicos, quanto pessoais. Essa é uma experiência é muito valida, e só foi possível graças ao acordo de cooperação da Universidade Federal de Goiás com a Universidade do Minho. Isso é enriquecedor para os alunos da nossa universidade. Todos aqueles que tiverem a oportunidade de fazer esse intercâmbio serão com certeza, muito privilegiados e enriquecerão o currículo acadêmico e pessoal! 

 

Programa de Intercâmbio Acadêmico em Portugal - Universidade Técnica de Lisboa

Gustavo Vieira de Moraes – Portugal

A experiência do intercâmbio foi um marco na minha vida acadêmica e, com certeza, ajudou a definir quais serão os meus próximos passos após a graduação. Viver durante 6 meses em Lisboa me proporcionou um grande aprendizado sobre a cultura portuguesa, que apesar de estar ligada ao nosso país, muitas vezes nos parece tão distante e tão desconhecida. Aprendi a reconhecer que o jeito fechado e pouco receptivo dos lisboetas é apenas o modo de vida deles e que não é nem melhor e nem pior que a maneira calorosa dos brasileiros em receber outros povos. Diverti em vários momentos com as nossas diferenças lingüísticas, com os equívocos culturais e com o humor português. Percebi que mesmo sendo um país pequeno, Portugal abriga uma diversidade de sotaques, costumes e culturas particulares. Fiz amizades inesquecíveis com as portuguesas da residência universitária, talvez a melhor dica que eu posso oferecer a quem irá fazer intercâmbio: fique em uma residência da sua universidade, o convívio com outros estudantes de vários lugares do mundo vão enriquecer o seu intercâmbio. 

 

Programa de Intercâmbio Acadêmico em Portugal - Instituto Politécnico de Bragança 

Nathalia Rocha Marçal – Portugal 

A principal motivação para efetuar o intercâmbio foi a vontade de ter uma experiência profissional e pessoal no exterior, o mais relevante nessa experiência foi o crescimento pessoal, conhecer outra cultura e pessoas, fazer novos amigos. Aos estudantes que têm interesse de estudar no exterior eu diria que a experiência é muito válida, é interessante ver as diferenças entre a atuação do profissional da sua área em seu país e no exterior, além da chance conhecer lugares novos, e fazer novos amigos. E que aproveitem muitíssimo essa oportunidade que Universidade oferece, porque é uma experiência para a vida e única.

 

Programa de Intercâmbio Acadêmico em Portugal - Bolsa Santander

Jackeline Cardoso Scarpelli - Portugal  

O que me motivou a ir estudar no exterior foi uma imensa vontade de experimentar a vivência num outro país, numa outra Universidade, enfim, a busca por um crescimento pessoal e profissional. Sem dúvida meus seis meses como Erasmus trouxeram mais do que o planejado. A cidade de Lisboa é mágica e descobrir seus becos, suas ruelas, seus encantos é como voltar ao passado. Como estudante internacional estava sempre em contato com pessoas do mundo todo, que assim como eu, escolheram Lisboa como destino. A convivência com todos eles trouxe uma bagagem multicultural indescritível. Assim, para além de qualquer experiência meramente acadêmica, levo bem forte comigo os amigos que fiz, a cidade que tão bem me acolheu e as milhares de lembranças que ficarão por toda vida. Estudar no exterior não é ser transportado para um mundo de sonhos. Eu diria, acima de tudo que é preciso manter-se aberto às novas experiências e de certa forma sensibilizar o olhar. Dessa maneira é possível extrair o melhor do seu tempo e realmente integrar-se com o ritmo de vida local. No mais, assim como tudo na vida, se estudar no exterior é realmente um desejo intenso, só resta lutar por isso e aproveitar as oportunidades que lhe são oferecidas. E no fim, depende de cada um transformar esse projeto numa grande e emocionante revolução pessoal ou apenas numa temporada morando num país qualquer.

 

Programa de Intercâmbio Acadêmico na França - Capes/Brafitec

Bruno Gomes PiresDemoch – Toulouse

O que me motivou a estudar no exterior foi o interesse de conhecer novas matérias de estudo na área de engenharia civil, novos domínios de trabalho e o mais relevante foram os amigos os quais fiz e os contatos profissionais os quais obtive. Estudar em outro país é uma experiência única, é uma época para aprender a se virar sozinho, é uma época onde seus sentimentos de saudade de sua família e amigos ficam mais aparentes, é um sentimento único que somente quem passa por essa experiência por saber descrever. Quem tem interesse de estudar no exterior, com certeza deve prosseguir com seu sonho.

 

Programa de Intercâmbio Acadêmico Erasmus Mundus 15 - Espanha

Nayara Belo da Silva – Santiago da Compostela

O que mais me motivou a estudar no exterior foi a oportunidade de melhorar a fluência em um idioma estrangeiro, ampliar a experiência acadêmica e conhecer uma nova cultura. Sem dúvida a experiência acadêmica, que ao mesmo tempo que me ensinou muitíssimo, me possibilitou enxergar a universidade brasileira de outra maneira. Constatei que o ensino da UFG é muito bom e que devemos valorizar nosso país e ter orgulho da nossa origem cultural. Sem dúvida, aconselharia a participar do intercâmbio e a escolher com muita atenção as matérias que pretende cursar. Acho importante também planejar com antecedência a chegada na cidade e a futura moradia, pois algumas imobiliárias pedem aval e/ou garantia de renda confirmada pelos responsáveis.

 

Programa de Intercâmbio Acadêmico Erasmus - Países Baixos

Mário Braz Manzi Muniz - Leiden  

A possibilidade de aprimorar minha segunda língua e de conhecer outra cultura, beneficiando minha vida acadêmica, foi o que mais me motivou. O choque cultural e essencial para proporcionar um crescimento humano, além do aprendizado acadêmico em uma instituição extravagante à instituição de origem. O melhor conselho é focar nos objetivos e não desistir durante o processo seletivo para o estudo no país estrangeiro.

 

Edital Geral 

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Larissa Camapum de Souza – Espanha – Granada

O que me motivou foi o fato de ser a universidade pública de Goiás aliado ao bom ensino que a universidade oferece na minha área. O que eu tirei de mais relevante na minha experiência foi o intercâmbio cultural que pude viver, experimentando novos hábitos de vida, novos tipos de pessoas, novos tipos de aprendizado... Eu diria que vale a pena estudar na UFG, ainda que ela enfrente vários problemas, já que ela só vem crescendo e melhorando a cada ano. Em relação aos estudantes de intercâmbio, acho que seria legal se tivéssemos mais esse tipo de aluno aqui na UFG e incentivaria bastante aos que quisessem vir. 

 

BRAFAGRI - CAPES

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Korran Ribeiro Junqueira - Lyon - França

O que me motivou foi conhecer tecnologias, aprender novos idiomas, conhecer novos amigos e lugares. Como profissional aprendi muito sobre gestão e responsabilidade do profissional em relação ao meio ambiente. Campo pessoal aprendi que o intercâmbio de culturas enriquece todos e permite fazer novos amigos. Tenham coragem e esforço para realizar este sonho. É chegar ao lugar escolhido de coração aberto e pronto para viver novas experiências. Conhecer novas culturas e pessoas abre sua mente, e te permite enxergar mais longe que os outros...

 

Programa parceria Universidades Brasileiras e Universidade Técnica de Lisboa

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Guilherme Bes da Rosa - Portugal - Lisboa

Já tinha visto alguns colegas irem para fora do país e voltaram de lá falando muito bem das experiencias vividas. Também me motivou a chance de melhorar meu currículo acadêmico. O que mais gostei foi conhecer vários países. Como participei de intercambio na Europa a proximidade dos países permitiu que eu conhecesse várias culturas diferentes e não apenas a de Portugal. eu diria para os outros estudantes que corram atrás e aproveitem a oportunidade que as universidades estão oferecendo pois está cada vez mais fácil ir para fora do país, e que possam trazer o que há de melhor lá fora e também levar um pouquinho do Brasil para o mundo.

 

Programa de Bolsas Luso-Brasileiras Santander Universidades

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Samanta Vinciguerra - Portugal/Lisboa

A motivação de estudar no exterior veio da vontade de conhecer uma nova cultura e expandir minha experiência profissional e pessoal em um país estrangeiro. O que eu mais gostei dessa experiência foi a oportunidade de viver um intercâmbio cultural com o povo português e os diversos estrangeiros que estavam na mesma situação que a minha, principalmente pelos laços de amizades que permaneceram. O que tirei de mais relevante foi o crescimento pessoal, resultado da ligação com uma nova cultura e as novas adaptações na vida acadêmica e social. Diria aos estudantes interessados que é uma oportunidade única em nossas vidas, portanto embarquem em uma experiência nova e diferente pois só de viver fora do nosso país já é uma vitória, e mais enriquecedor é trabalhar nosso crescimento profissional e pessoal, que com certeza terá muitos reconhecimentos futuramente.

 

CAPES 

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Ana Carolina Ferreira Verdejo - França-Lyon

A experiência de estudar em uma universidade modelo, conhecer outro país, aprender outra língua e uma cultura diferente me motivou a realizar a mobilidade. Os estágios realizados no Hospital Veterinário da universidade foram relevantes para a mobilidade. Para outros estudantes que têm interesse de estudar no exterior digo que é muito proveitoso, as experiências são únicas, porém a pessoa deve estar preparada para o choque cultural que é realmente grande.

 

CAPES/BRAFAGRI

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Letícia Melo Oliveira - França / Nantes

O que me motivou a estudar no exterior foi a vontade de conhecer uma universidade diferente, com recursos tecnológicos mais avançados, vivenciar uma nova cultura e aprender uma outra língua. Gostei foi aprender novas técnicas aplicadas a veterinária não utilizadas ainda na minha universidade no Brasil. E vivenciando uma cultura diferente aprendi a lidar e respeitar as diferenças. Digo a outros estudantes que têm interesse de estudar no exterior que é uma ótima oportunidade de crescimento, tanto profissional como pessoal. Além de poder estudar em uma excelente universidade no exterior e conhecer todos os seus recursos, temos a oportunidade de vivenciar um universo cultural totalmente diferente do que vivemos aqui.

 

Tila

Tila de Almeida Mendonça. Alemanha, Eichstätt (Baviéra)

Eu sempre quis estudar fora  e acho que na universidade isso é o ideal, pois pode pegar um bibliografia extra para melhorar suas desenvolturas na faculdade/pós-graduação. Além de criar contato. E caso logo vá para o mercado de trabalho, estará com uma boa fluência em uma língua estrangeira, além da importância para o currículo. Além disso, por questões de experiência pessoal. Acho que é importante o confronto de viver longe de família, amigos, cultura, culinária, língua mãe. É um bom crescimento pessoal, além de profissional.Acho que é uma experiência muitíssimo válida. Podendo, faça! Um dos pontos mais importantes é entrar em contato com a outra cultura e aprender com esse caldeirão cultural que se forma. O crescimento pessoal é gigantesco. Desvencilhe-se de seus preconceitos e experimente. Coma sem saber o que é, aceite desafios, fale mesmo sem saber a língua, se esforce, explore até o que não soa como merecível de uma expedição. Mas ao concentrar-se em si não esqueça o profissional. É uma oportunidade maravilhosa para melhorar currículo, criar contatos, conhecer novas formas. Abrace a oportunidade em todas as faces que ela lhe mostrar uma brecha.

 

Programa de Intercâmbio Acadêmico na Espanha - Bolsa Santander

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Mário Henrique Alarcão da Cruz - Granada, Espanha

A possibilidade de conhecer uma cultura que fez parte da nossa história; conhecer sua universidade e como se dá o estudo do Direito aí, foi o que me motivou. Gostei de conhecer a comida local, as pessoas e sua forma de ver o mundo, a música, a arquitetura, mas principalmente gostei de poder (ao conhecer uma cultura tão diferente) rever meu olhar sobre o Brasil! O intercâmbio me possibilitou desidealizar a riqueza do que já é rico e ver melhor o grande país em que nasci. E a possibilidade de estudar matérias que não seria possível no Brasil. Eu diria aos que tem interesse em fazer intercâmbio que primeiro, para se certificarem de que possuem dinheiro suficiente para quando a bolsa acabar (em todos os casos que conheci de outros alunos que usaram Bolsa Santander foi necessário uma quantia muito alta a mais, importante ter cuidado com isso para não levar susto) e também para buscar dicas sobre viagens no local de destino no exterior! Ajuda a economizar! E, no caso da Espanha, estudarem bastante o espanhol e não se deixarem levar pela “facilidade”. Os alunos que não tinham estudado espanhol antes sofreram bastante.

 

Programa de Bolsas Ibero-Americanas Santander Universidades

leandro

Leandro Vasconcelos Baptista (ao centro) - Palma de Mallorca, Ilhas Baleares, Espanha

O que me motivou foi o conhecimento de uma nova cultura, os conhecimentos expandidos como biólogo e futuro professor. Acredito que tudo foi relevante. As dificuldades com a língua; o aprendizado dos conteúdos em um aspecto do mar mediterrâneo, diferente dos estudos sobre o Brasil e o cerrado; as pessoas que conheci; a experiência de viver sozinho em outro país; e, principalmente, o amadurecimento como pessoa. Façam agora um programa de intercambio, é experiência para toda a vida. Independente do tempo de mobilidade, o melhor é desfrutar e aprender.

 

Programa de Bolsas Luso-Brasileiras Santander Universidades

gabriela

Gabriela Rodrigues Alves - Aveiro, Portugal 

A oportunidade de conhecer outra cultura e a realidade da saúde em outro país foi o que me motivou para fazer o intercâmbio. Com essa oportunidade, o aluno tem um crescimento pessoal incrível, pois está rodeado de pessoas de diferentes países. E, foi isso que eu mais gostei e tirei de relevante, a convivência e experiências com os outros estudantes de todo o mundo. Um outro aspecto marcante é você poder treinar a sua outra língua estrangeira. Não percam essa oportunidade, nem que seja para cursar disciplinas já feitas. Muitas vezes, o crescimento não é o esperado, mas a experiência em outras atividades e o crescimento pessoal é maravilhoso, tudo compensa. 

 

Programa de Intercâmbio Acadêmico Ciência Sem Fronteira

ana paula

Ana Paula Souza Santos - Lisboa, Portugal

Sempre foi um grande sonho poder vivenciar essa experiência. O que mais gostei foi ver o quão diferente cada país é. É brilhante poder viver em uma cultura bem diferente da sua, conhecer pessoas de cada canto do mundo, aprender um pouquinho de cada língua, amadurecer como profissional e pessoa. Acho que todo mundo deveria ter a oportunidade de ser intercambista pelo menos uma vez. É uma experiência ímpar, provavelmente o melhor ano de sua vida. Vai fazer amigos de todo canto, vai abrir sua mente em relação ao mundo e as pessoas, vai conhecer lugares novos e incríveis. Tudo isso irá refletir no seu futuro como profissional e como um ser humano mais aculturado.

 

Programa de Intercâmbio Acadêmico Ciência Sem Fronteiras

pedroaugusto

Pedro Augusto de Oliveira Morais - Alcalá de Henares, Espanha

Foram vários fatores que me motivaram a fazer o intercâmbio. Primeiramente a oportunidade de aprender outra língua, que no caso o espanhol, segundo a oportunidade de conhecer outro país tão distante e com novas culturas. E também por adquirir novos conhecimentos e experiências profissionais. Gostei muito de aprender outra língua, conhecer outros estudantes de química espanhóis e também de outros pais. E de conhecer uma cultura diferente, com um povo com muita historia e orgulho dessas.Gostaria de dizer aos que pretendem fazer um intercâmbio, que é uma ótima oportunidade, não só para o campo profissional, mas também pessoal. Aprende-se muito sobre o país de destino, sobre os costumes, as tradições, as festas conhecidas, os relatos e as historias etc. também se pode conhecer pessoas de outros países também e aprender muito com elas. Dependendo do país de escolha, se pode aprender outra língua ou se aprimora a que já possui. Por ser em outro país e em geral estará sozinho, é normal ter aquele famoso medo, mas logo se adapta e começa a adquirir uma independência pessoal que nunca se penso que teria. Resumindo, é uma oportunidade única, que com certeza se tem suas dificuldades por estar longe da família ou amigos e do lar, mas que aprimora seus conhecimentos, enriquece seu currículo, fornece uma nova visão do que é o mundo e principalmente se aprende muito sobre você mesmo.

 

Programa de Intercâmbio Acadêmico Ciência sem Fronteiras

magnum

Magnum Resende Silva | Murcia, Espanha

O que me motivou a fazer um intercâmbio acadêmico foi a possibilidade de aprender e praticar um idioma diferente e conhecer pessoas que possam contribuir com meu crescimento profissional e pessoal, assim como eu com o delas. O que mais gostei foi perceber o respeito a uma cultura diferente da minha e, que o intercâmbio, é uma oportunidade que vai além do estudo, é uma experiência de vida única. 

 

Programa de Intercâmbio Acadêmico Ciência sem Fronteiras

pedrohenrique

Pedro Henrique Monteiro Andrade | Madrid, Espanha

Eu sempre quis estudar no exterior devido a oportunidade que teria de aprender coisas novas e viver uma cultura diferente da minha. Uma das coisas que mais gostei foi a universidade em que estudei, uma das melhores do país, também com os professores muito bem qualificados e famosos nacional e internacionalmente. Eu diria aos interessados que logo que eles tivessem a oportunidade de participar de um intercâmbio, aproveitassem essa chance, porque o aprendizado vai muito além do que se estuda na faculdade para experiências que guardamos para toda a vida.

 

Programa de Intercâmbio Acadêmico Ciência sem Fronteiras

adair

Adair Alves Bizerra | Alicate, Espanha

A possibilidade de conhecer novas culturas e aumentar o conhecimento na minha área de estudo me incentivou bastante. O que eu mais gostei foi de conhecer novas culturas e aprender um novo idioma. O mais relevante foi poder vivenciar as práticas hospitalares, tendo assim como comparar as diferentes atuações do enfermeiro. Apesar das dificuldades culturais é uma experiência válida.

 

Convênio Instituto Politécnico de Bragança / UFG

hugo antonio

Hugo António Fagundes Costa | Bragança, Portugal

 Possibilidade de contacto com outro sistema de ensino, com outras culturas e com outros estudantes, foi o que me motivou à fazer um intercâmbio. Aprendi a valorizar mais a forma de ensino no Brasil e ao mesmo tempo perceber que em alguns aspectos estamos muito adiantados e que em outros (a maioria deles) estamos muito atrasados. Senti-me valorizado e respeitado enquanto estudante, os funcionários do IPB são extremamente comprometidos com o trabalho e com o bem estar dos alunos, diferentemente da minha universidade de origem onde eu era só uma matrícula. Diria a quem está interessado em fazer intercâmbio que estudem Inglês (não importa se o país é lusófono, hispânico ou francófono) na Europa como há grande mobilidade entre os estudantes da EU/EEE faz-se extremamente necessário o inglês para inserção do intercambista com os outros estudantes que não falam português.

 

Convênio Instituto Politécnico de Bragança / Universidade Federal de Goiás

valderes

Valderes Rodrigo da Silva | Bragança, Portugal

 Além de ter contato com outras culturas e aprender outros idiomas, estudar no exterior, sem dúvida, é um divisor de mares para os alunos que, como eu, sonham em concluir a graduação e conseguir um bom emprego. Pensando nisso, eu sempre tive em mente realizar um intercâmbio durante a graduação. O período que passei em Portugal foi incrível. Aprendi muito e conheci pessoas adoráveis com quem tenho contato até hoje. Portugal é um país muito rico, culturalmente falando, e aprender um pouco do Português Europeu foi até divertido, pois! Aos que desejam sair do Brasil para estudar em Portugal, a dica que eu dou é simples: Não desistam e lutem pelos seus sonhos! Não há nada fácil, mas, também, não há nada que seja impossível para aqueles que buscam e trabalham para a realização dos sonhos! E não deixem de estudar inglês. Embora em Portugal se fale português, há vários intercambistas que lá habitam e o único meio de comunicação e através do inglês.

 


Programa de Intercâmbio Acadêmico Ciência sem Fronteiras

aretha

Aretha de Freitas Moreno | Avignon, França

Fui motivada pelo conhecimento de uma nova língua, submersão em novas culturas, com pessoas diferentes, além da expansão do conhecimento profissional, já que você é obrigado a se adaptar a novos professores, novos ambientes, novos métodos de estudo e etc. Isso te torna mais maduro em situações adversas e mais flexível, características que julgo fundamentais na vida pessoal e profissional. Para mim, o mais enriquecedor foi o contato com o desconhecido. É incrível o aprendizado, o desafio, o autoconhecimento, a descoberta. Claro que é uma excelente oportunidade para se preparar para o futuro profissional, mas para mim foi a experiência pessoal mais importante que já vivi.  Para os estudantes que se interessam em estudar no exterior, eu recomendo que eles corram muito atrás de uma oportunidade, que se entreguem completamente, aproveitem tudo que puderem, aprendam com os problemas que virão, e façam dessa experiência uma grande descoberta dos outros, e de si mesmo!

 

Programa de Intercâmbio Acadêmico Ciência sem Fronteiras

Rafael Correia

Rafael Pacheco Correia | Lleida, Espanha

O que mais me motivou a estudar no exterior, foi a oportunidade que surgirá depois que eu voltar como propostas de estágio e até empregos, o currículo fica mais forte, além de ficar fluente em outra língua e ter a oportunidade de conhecer novas culturas. O que eu mais gostei foi a nova cultura que conheci, tanto no universo da minha área que é de agronomia, quanto na área social e de trabalho. O que tiro de mais relevante são as novas tecnologias ou tecnologias diferentes que temos no Brasil e que só é possível conhecer vivenciando e trabalhando por um tempo. Uma mensagem que eu deixo para os estudantes que pretendem ir ao exterior é que façam de tudo para que consigam esse interesse, pois é uma experiência única, na melhor fase da vida, sem contar o amadurecimento que o estudante ganha, e o crescimento profissional, podendo voltar ao Brasil com muitos contatos que te ajudarão no futuro.

 

Convênio Instituto Politécnico de Bragança - Universidade Federal de Goiás

melissa peres

Melissa Peres Ferreira | Bragança, Portugal 

O interesse no programa de intercâmbio se deu devido à possibilidade apresentada em desenvolver um estudo objetivo e gerador de resultados, aliado a fato de que seria uma nova experiência de vida a ser vivida no exterior, o que não deixa dúvidas que acarretou em grandes benefícios tanto profissionais, quanto de crescimento pessoal para minha vida, considerando que irei conviver e aprender com pessoas de outra cultura e visão de mundo. Gostei muito da hospitalidade da escola em receber os alunos, os professores sempre dispostos a ajudar os intercambistas. O que foi mais ressaltante em todo esse aprendizado meu no exterior é o meu estágio na incubadora da escola, foi uma conhecimento sentida no meu dia-a-dia, única tinha trabalhado com o processo da incubadora e foi uma experiência muito relevante na minha vida e me deu uma grande bagagem de conhecimento na aérea de empreendedorismo. Voltei com plena convicção que viver a experiência deste intercâmbio é fundamentalmente importante para minha vida acadêmica, não só pela possibilidade de ver evoluir meus conhecimentos, mas, também pela oportunidade de me tornar uma grande profissional com capacidade e experiência para contribuir para o crescimento socioeconômico do meu país.

 

Programa de Licenciaturas Internacionais - PLI

Johnathan Ferreira

Johnathan Ferreira | Coimbra, Portugal

A esperança de adquirir novos conhecimentos, a oportunidade de estudar em uma instituição européia de qualidade e tradição, instituição esta que é referência mundial, obtendo o certificado/título acadêmico desta instituição e além de tudo isto, poder ficar durante dois anos em um país, podendo conhecer a fundo sua cultura e tradições, foi o que me motivou a fazer o intercâmbio. Eu gostei principalmente da qualidade e estrutura física oferecida pela Universidade, não deixando faltar materiais e equipamentos necessários, sempre cedendo os espaços para que pudéssemos utilizar a qualquer momento. Além disto, aprendi e cresci muito como pessoa, tornei-me muito independente, e um ponto que não posso deixar de destacar é o fato de ter conhecido muitas pessoas legais, que irei levar para a vida toda, construindo assim, verdadeiras amizades. Digo a quem está interessado em fazer um intercâmbio que corram atrás dos seus objetivos, busquem sempre melhorar seu curriculum e que construam uma carreira acadêmica sólida e brilhante. No exterior, mesmo estando longe dos familiares e amigos, fazemos novas amizades, crescemos como seres humanos, nos tornamos mais independentes, aprendemos a gerir melhor nosso dinheiro, então é uma experiência bastante relevante e engrandecedora, seja no aspecto acadêmico, seja no aspecto pessoal. Além de tudo isto, há a facilidade de se viajar e conhecer novos países, conhecer novas pessoas, fazer grandes amigos e obter (no meu caso) uma dupla diplomação, que penso ser, hoje em dia, algo que irá poderá incrementar e diferenciar meu curriculum.

 

Programa de Intercâmbio Acadêmico Ciência sem Fronteiras

Alexandre Marques

Alexandre Marques | Murcia, Espanha

O que me motivou foi o  desejo de conhecer novas culturas e costumes, além dos lugares, tão diferentes do ambiente onde vivo. Me relacionar com pessoas com uma noção de vida diferente da minha, baseado em uma realidade distinta. Além disso buscava a experiência de viver em um país com uma língua diferente, para aprendê-la. A relação e o contato que existiu com pessoas do mundo todo foi o que trago como mais valioso. Conviver com outras culturas e formas de pensar, causou em mim um engrandecimento que não poderia ter ocorrido no mesmo período de tempo estando na rotina do Brasil. Além disso o fato de ter conhecido lugares que não me imaginava conhecendo ainda tão jovem foi espetacular, além de muitos outros que até então não conhecia e que os descobri como fascinantes. Eu aconselho todos que tem o interesse de estudar no exterior para buscarem ao máximo fazê-lo, pois é uma experiência única, fantástica, muito rica, que todos deveriam ter a oportunidade de fazê-lo.

 

Programa de Intercâmbio Acadêmico Ciência sem Fronteiras

Marco Aurelio

Marco Aurélio Neto Ferreira Pacheco | Bolonha, Itália 

Sempre tive grandíssima curiosidade sobre línguas e sonhei em viver uma nova realidade em um país diferente, já era habituado a viver sozinho e ter minhas próprias responsabilidades, o que proporcionou uma melhor adaptação distante do Brasil. Me apaixonei por línguas, pois acabei conhecendo pessoas de várias partes do mundo, o que me proporcionou uma visão gigantesca sobre as pessoas em si, prioridades e objetivos de vida, além de perceber como viviam as pessoas em outros países e entender o porquê esses, são conhecidos como desenvolvidos, em relação ao Brasil, assim posso perceber o que eles tem que não temos, e esses pequenos detalhes devem ser desenvolvidos no nosso país. Estudantes devem fazer sem sombras de dúvida um intercâmbio, pois o crescimento acadêmico e pessoal será gigantesco, expandindo suas mentes de maneira inimaginável, entretanto devem se preparar psicologicamente, pois não é uma experiência simples, devendo estar cientes que sairão de sua rotina e muitas coisas diferentes e inesperadas podem acontecer.

 

Programa de Licenciaturas Internacionais - PLI / CAPES

Aline Gomes

Aline Gomes Machado | Coimbra, Portugal

O que mais me motivou em participar de um intercâmbio foi o interesse em conhecer uma nova cultura, ter contato com disciplinas que não teria aqui no Brasil e por ser uma Universidade mais antiga e conhecida. Gostei do aprendizado que tivemos na faculdade, ter a oportunidade de estudar disciplinas diferentes da nossa grade curricular, poder unir dois conhecimentos o que adquiri em Portugal e o que adquiri aqui no Brasil. E a oportunidade de conhecer novas culturas. Para quem realmente gosta do curso que faz, um intercambio é uma ótima oportunidade para  abranger o conhecimento, ter contato com diferentes visões do curso, além da grande bagagem cultural que trazemos. Intercâmbio é experiência acadêmica, cultural e para além disso, experiência para a vida.

 

Programa de Licenciaturas Internacionais - PLI / CAPES

Ricardo Borges

Ricardo Borges Viana | Coimbra, Portugal

A motivação para um estudo no exterior dar-se por diversos fatores individuais, profissionais, acadêmicos e culturais. Dentro destes fatores afirmo com toda certeza que a motivação veio por parte de ter a possibilidade de vivenciar a forma como o curso de Educação Física é abordado em outro país, neste caso Portugal. Sem deixar de ressaltar o contato direto com outros idiomas (Inglês, Espanhol, Italiano, Francês, entre tantos outros presentes na Europa). A experiência cultural certamente esta entre os três fatores mais importantes em um intercâmbio, seja ele nacional ou internacional, pois aquela enaltece e proporciona um crescimento pessoal extremamente importante durante o processo de formação, contribuindo para um olhar verdadeiramente crítico sobre os acontecimentos dos quais estamos constantemente expostos.A participação em diversos eventos internacionais, com certeza foi muito produtiva. Ressaltando a presença de diversos autores conhecidos no cenário mundial, proporcionando uma maior proximidade entre aqueles que apenas conhecemos através da leitura de seus livros e artigos. A criação de novas amizades foi outra experiência da qual gostei bastante, sejam elas estrangeiras ou nacionais. O PLI ofereceu a oportunidade de conhecer a realidade dos cursos de Educação Física nos diversos estados brasileiros, pois constantemente os amigos/alunos de outras regiões diferentes da minha forneciam informações acerca da situação do curso de Educação Física em seus respectivos estados.Creio ser extremamente importante não deixar de mencionar o fato de que o intercambio possibilitou a dedicação exclusiva para os estudos, luxo do qual eu não podia usufruir na UFG.Para aqueles que têm interesse de estudar no exterior, posso dizer com certa propriedade que é uma experiência inexplicável, apenas realizando-se tal “aventura” para realmente saberem aquilo que de uma forma bem simples e superficial estou tentando relatar. É de suma importância ressaltar novamente que o contato com outras realidades nos proporciona um maior crescimento pessoal, cultural, acadêmico, profissional e social. A vida é feita de oportunidades imperdíveis, creio que o intercâmbio esta entre estas oportunidades.

Programa de Intercâmbio Acadêmico Ciência sem Fronteiras

Natália Grillo Thomé

Natália Grillo Thomé | Jena, Alemanha

O que me motivou foi a vontade de conhecer um país de primeiro mundo e como as coisas funcionam por lá. Além de aprender a viver sozinha e aprofundar o aprendizado de alemão. Acredito que ter conhecido pessoas de vários lugares do mundo e que pensam de manerias tão diferentes das nossas, foi o que mais gostei. Além de ter conhecido lugares maravilhosos e ter tido contato com uma faculdade de ponta. Eu diria que todo mundo deve fazer um intercâmbio pelo menos uma vez na vida. Foi a melhor experiência da minha vida e valeu a pena cada segundo.

 

Programa de Intercâmbio Acadêmico Ciência sem Fronteiras

Nayara

Nayara Matos Pereira | Bordeaux, França

A expectativa de entrar em contato com um método de ensino diferente, quiçá mais eficaz que me proporcionasse uma visão ampliada da Medicina me motivou a participar de um intercâmbio. E de fato, tive a oportunidade de vivenciar dificuldades diferentes das que encontramos aqui, e pude principalmente ver como o Brasil não está aquém da França quanto ao ensino médico, apesar das nossas barreiras financeiras e de gestão.Indubitavelmente cresci.Visitei várias cidades, consegui me comunicar usando a língua estrangeira, integrei-me na rotina em que estagiei e conheci pessoas memoráveis que são excelentes no que fazem. Aprendi muito. E faria tudo novamente. 

 

Programa de Intercâmbio Acadêmico Ciência sem Fronteiras

Pedro H de Oliveira

Pedro Henrique de Oliveira Carvalho | Coimbra, Portugal 

Fui motivado pelo auxilio financeiro, pela vontade de morar e estudar na Europa e pela vontade de aprender mais sobre outras culturas. Gostei da experiência de estudar numa Universidade tão renomada como a Universidade de Coimbra, oportunidade de aprender, aperfeiçoar e praticar a língua inglesa e a oportunidade de realizar estágio curricular em uma Indústria Farmacêutica Europeia. Tentem. Não deixem de tentar. Foi a melhor experiência que já aconteceu na minha vida, em relação ao crescimento profissional e também pessoal. Abre a mente e você vê que nada é tão difícil quanto parece ser.

 

PLI – Programa de Licenciaturas Internacionais / CAPES

Samuel Carlos

Samuel Carlos Ferreira de Souza | Coimbra, Portugal

A oportunidade de conhecer uma nova cultura, um novo país e ter um currículo diferenciado, foi o que me motivou mais. Gostei muito da bagagem cultural e a estrutura da universidade de destino. Para quem tem interesse em fazer um intercâmbio, digo para se preparem psicologicamente, pois um longo período longe da família não é fácil. Fazer amigos, para não ficar sozinhos e aproveitar para viajar e experimentar novas experiências. 

 

Programa de Intercâmbio Acadêmico Ciência sem Fronteiras

Luiz Rezende

Luiz Henrique Gonçalves de Rezende | Évora, Portugal 

Dentre as motivações que tive estão a oportunidade de estudar em outra universidade, de conhecer outro país e outra cultura. Agregar valor ao meu currículo profissional e enriquecer minha rede de contatos acadêmicos. Também foi de grade motivação a chance de amadurecimento pessoal. O que mais gostei foi sem dúvida o amadurecimento pessoal e profissional. Ver de fora meu próprio país permitiu-me interpretar melhor seus aspectos sociais e culturais. Também os desafios cotidianos de lidar com os próprios problemas me ensinaram a administrá-los e a encontrar nos erros a oportunidade de melhora. Isso tudo, somado à vivência e aprendizados em um ambiente acadêmico externo ao meu, certamente refletirá na minha postura profissional. Recomendo aos estudantes que de fato tentem o intercâmbio, pois sempre valerá a pena. Se aprimorem na língua nativa do país de escolha e façam uma pesquisa exaustiva das oportunidades que as universidades estrangeiras podem oferecer, dentre elas os estágios. Fazer um intercâmbio na graduação é excelente, entretanto, pode resultar em uma experiência ineficiente e com resultados duvidosos se o aluno que se propõe a ela não tiver maturidade suficiente para aproveitá-lo ao máximo.

 

PLI - Programa de Lincenciaturas Internacionais / CAPES

camila almeida

Camila Almeida Teixeira

Fui motivada pela experiência nova, conhecer outras culturas, um currículo diferenciado e a faculdade de destino que é considerada uma das melhores do mundo. O mais importante foi a abordagem temática da faculdade que é totalmente voltada para o treinamento que é a área de meu maior interesse, sendo assim me sinto mais preparada para o mercado de trabalho para realizar minha profissão. Aconselho aos estudantes que antes de ir verifiquem as disciplinas apresentadas pela faculdade e se isso é de seu realmente interesse, porque a maioria das pessoas não gostam devido estar cursando licenciatura porém lá é uma abordagem mais voltada para a área da saúde, pelo menos no curso de educação física.

 

Programa de Intercâmbio Acadêmico Ciência sem Fronteiras 

Julliana Pereira

Julliana Pereira da Cunha | Jordanstown - Irlanda do Norte

Minha maior motivação foi a oportunidade de adquirir fluência no inglês, além da possibilidade de criar uma rede de contatos profissional mais ampla. Gostei muito do estágio que realizei e da oportunidade que tive de trabalhar com tecnologia nova e promissora. Também adorei ver uma abordagem diferente na universidade e, é claro, de conhecer e conviver com as mais diversas culturas. Por esses e outros tantos motivos, aprendi com essa experiência a lidar melhor com problemas e desafios, a ser ainda mais independente e inovar em todos os campos da vida. Atingi também um nível avançado de inglês, que me ajudará muito na minha carreira, fiz muitos contatos profissionais e passei a compreender outras culturas, deixando muitos estereótipos para trás. É uma experiência incrível e única; é impossível compreender sem vivê-la. Além disso, as oportunidades vêm crescendo expressivamente e é um desperdício não aproveitá-las. Por mais que a parte burocrática tome tempo, que se afastar um período signifique fugir um pouco dos planos, ou que o desconforto da mudança pareça um grande desafio, o ganho resultante de estudar no exterior compensa e muito. É impossível voltar sendo a mesma pessoa; algo é sempre incorporado e melhorado. A proporção desse efeito depende do estudante e do quanto ele faz valer a pena. Este é o momento de se surpreender e fazer diferente; ser mais do que nós somos e aprender com isso.

 

Programa de Intercâmbio Acadêmico Ciência sem Fronteiras

Marilia Cardoso

Marilia Cardoso Yokosawa | Coimbra - Portugal

A vontade de conhecer uma realidade diferente da minha foi o que mais me motivou. A parte do intercâmbio de que eu mais gostei foi ter a oportunidade de conhecer novos países, e o que eu tirei de mais relevante foram as amizades que construí lá fora. Eu diria que foi a melhor experiência da minha vida, e que eu não hesitaria em ir novamente.

 

 

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